Quinta-feira, 17 de abril de 2014

Centro de Tecnologia e Sociedade - CTS

Google anuncia compra da Motorola Mobility

Na segunda-feira, 15 de agosto, a Google anunciou a compra da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões. Segundo o presidente da Google, Larry Page, a operação é uma blindagem contra o ataque de patentes da Apple e da Microsoft contra o Android, tentanto bloquear seu desenvolvimento. Entrevistado pelo jornal O Globo, em matéria publicada nesta terça-feira, 16 de agoso, Bruno Magrani (foto), pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV DIREITO RIO afirmou que "a questão das patentes está no centro da história, porque esse recurso, antes criado para garantir a inovação, hoje é utilizado para atrapalhá-la e impedir avanços, gerando incontáveis processos".

Assista o vídeo da apresentação de estudo sobre a moda carioca

Assista abaixo a apresentação da pesquisa Territórios da Moda na FGV DIREITO RIO.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Pereira Passos e pelo Sebrae RJ ao Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, com o objetivo de fazer uma radiografia do setor no Rio de Janeiro para orientar ações e políticas públicas voltadas para o fomento e o desenvolvimento do setor. O evento será aberto ao público.

O Globo: “O novo jogo da música”

No princípio, eram quatro notas. Mas nenhum jogador do clássico “Space invaders” (1978), primeiro game a ter uma música de fundo contínua, deixava de notar a melodia ganhando rapidez conforme os alienígenas se aproximavam, adicionando tensão à experiência. Hoje, é mais difícil ainda não se dar conta da importância das trilhas sonoras dos jogos eletrônicos, que se afirma em termos financeiros – o mercado de games deve movimentar US$ 74 bilhões em 2011, segundo a empresa de tecnologia e consultoria Gartner Inc. – e artísticos – a canção “Baba yetu”, composta para “Civilization 4”, ganhou um Grammy este ano, o primeiro para uma música de game; e vários autores renomados de trilhas para cinema, como Danny Elfman e Clint Mansell (“Cisne negro”), trabalham também com jogos.

E, num momento de indefinição dos rumos da indústria fonográfica, vale notar que muitos garotos que amam os Beatles neste início de século XXI chegaram às suas canções via “Beatles: Rock band”, e que o Aerosmith ganhou com “Aerosmith: Guitar hero” mais dinheiro que com qualquer um de seus álbuns – que, aliás, tiveram um aumento de vendas de 40% com o lançamento do game.

Evento reunirá Lawrence Lessig, Gilberto Gil, Danilo Miranda, Ronaldo Lemos e outros para discutir política cultural e direitos autorais

Dia 24 de agosto de 2011 será um dia especial para a discussão de políticas culturais no Brasil. Em evento no Auditório do Ibirapuera em São Paulo estarão reunidos, a partir das 20h, alguns dos principais nomes que pensam a política cultural no Brasil e internacionalmente.

A mesa será formada por Lawrence Lessig, professor da universidade de Harvard e renomado especialista em direito autoral  (co-fundador do projeto Creative Commons), Gilberto Gil, músico e ex-ministro da cultura, Danilo Miranda, diretor geral do SESC São Paulo, Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedae da Fundação Getulio Vargas, Ivana Bentes, diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC e Claudio Prado, da Casa de Cultura Digital de São Paulo e a deputada Manuela D´Ávila.

O evento é organizado pelo Auditório Ibirapuera, dentro da série Pensar Música, em parceria com o Instituto Overmundo, o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e a Casa de Cultura Digital.

A entrada é franca, por ordem de chegada, até completar a capacidade de 800 lugares. Haverá disponibilização de 200 fones de tradução simultânea.

Crimes na Internet

Os professores Carlos Affonso Pereira de Souza e Luiz Moncau participaram da audiência pública, realizada no dia 13 de julho na Câmara dos Deputados, para discutir o projeto de lei (PL 84/99), que tipifica os crimes na internet. Na ocasião, os pesquisadores do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) defenderam a aprovação do marco civil da Internet, estabelecendo direitos e deveres de usuários e provadores, antes da criminalização de condutas.