Luis Fernando Schuartz

 

 

Em homenagem ao nosso querido amigo e professor Luis Fernando Schuartz, inauguraremos, no próximo dia 9, o Auditório que levará seu nome.

Comentários

Valeu, Luis

Perdemos um grande jurista, um grande economista, um grande colega. Mas perdemos, muito mais do que isso, um amigo sempre sorridente.

Pablo

Schuartz, nós sentimos sua falta!

Professor,

Somente nesses momentos que me dou conta o quanto dolorido é perder alguém próximo. Estavamos fazendo nossas pesquisas na eletiva de Direito & Desobediência e teria aula com você hoje às 11:00am. Assim como os demais alunos que tiveram o privilégio de lhe conhecer, estou chocado e triste.

Adeus, meu professor...que esteja em um lugar melhor.

Saudades,

Cesar Beck

Luis e a carreira de professor-pesquisador

Luis passou prematuro para o Oriente Eterno, mas legou conquistas de grande envergadura para a FGV Direito Rio - a Escola que ele ajudou a construir e na qual acreditou até seu último suspiro - e mesmo para a comunidade de juristas acadêmicos no Brasil. Em um país com pouca tradição de professores de direito integral e exclusivamente dedicados ao ensino e à pesquisa - preservados, inclusive, das tarefas de gestão - seu nome estará sempre ligado a uma contra-cultura muito bem-vinda e que é mesmo fundamental para o desenvolvimento das instituições científicas e democráticas desse país. Homem de talento e visão, professor culto e dedicado, colega reconhecido, amigo incipiente, mas querido. Será referência ainda a muitas gerações.

Rafael Vanzella

Luis Fernando Schuartz

Gostaria de manifestar meus profundos sentimentos e pesares pela irreparável perda do nosso querido Schuarts. Faltariam adjetivos para tentar descrever pessoa tão bacana e especial. Além de acadêmico brilhante e profissional renomado, era um cidadão exemplar, esportista ativo e craque de bola.

Saudações,

Alexandre Mescolin

Rinuccia

Eu nao consigo areditar nisso. Estou realmente chocada. Lembro agora de um dia em que nos encontramos no elevador, eu gritei "Schuaaaartzzz" ...e ele riu. Da vez em que eu queria conselhos para a minha viagem ao exterior, o chamei e Ryan disse "Schuartz, dá um pulinho aqui" e o Schuartz, literalmente, deu um pulinho. Quem näo estava na sala, realmente, perdeu esse momento discontraído e que dá saudade. Veio conversar com a gente e disse para a gente näo se preocupar, que o alemäo dele na época de mestrado na Alemanha seria como o nosso (até parece...), deu dicas. Da minha inconformidade com a minha nota em Teoria da Decisäo e da mais de hora que levei pra conseguir mísero 0.25. Ele parabenizando o 7.75 e dizendo que a gente tinha que aprender que näo se tira sempre 10. De como ele ficou feliz com o meu estágio e interessado em saber sobre. Das provas e a gente dizendo "Peraí, Schuartz. Tá acabando. Rapidinho". Juro, näo sei como ele nunca arrancou a prova de alguém... Da paciência dele, das vezes em que ele nos dizia o quanto era importante ler os textos. Do primeiro dia de aula do semestre passado, em que ele explicava o nível de reprovacäo na disciplina dele: 1) Alunos näo estudam? 2) Matéria complicada? 3) Professor sem nocäo? 4? Juncäo dos 3?
De quando "fechamos um contrato" em uma aula. Lembro, ainda, dos seus risos envergonhados com as gracinhas da turma. Da apresentacäo sobre o controle do Judiciário e as decisöes do CADE. Aula essa que eu näo queria que acabasse de jeito algum.

Um professor täo próximo. Täo preocupado com o nosso crescimento. Disponível. Eu ainda imaginava muitas conversas. Muitas passagens. Muitos conselhos. A perda é muito grande. Um conhecimento exemplar e que, nem por isso, o fazia se sentir melhor do que nós, alunos.

Como o César disse, um privilégio tê-lo conhecido. Como o disse Pablo, perdemos alguém sempre sorridente.

Schuartz, desejo, do fundo do meu coracäo, que você esteja bem.

Saudade,
Rinuccia.

O gênio mais simpático da

O gênio mais simpático da FGV. Talvez o único...

Sempre os únicos se vão antes de todos.

Inspirava admiração e até suspiros.

Schuartz, uma lenda.

Abraços do eterno admirador,

Renato Knibel

Poucos chegaram aonde ele chegou em tão pouco tempo...

A escola perde um de seus principais idealizadores...a academia perde uma mente brilhante...

A perda só não é maior, pois alguns privilegiados tivenram-no como professor...

Que bom que tive esse privilégio...se me dissessem que alguém como ele existiu, eu duvidaria.

É isso que torna um homem imortal, pois estará, para sempre, presente nas mentes de seus alunos.

Vai fazer muita falta.

Dione de Assis

Sim, valeu mesmo

Tive o privilégio de ser aluna e de trabalhar com o Schuartz e por isso tenho a exata dimensão da perda. Nasce um sentimento de inconformismo que logo será substituído pelas saudades e pelas maravilhosas lembranças.
RAquel Khichfy

LUISINHO

Amigo Luisinho, antes de voce sequer terminar o colegial te conheci no acampamento de ferias NR em Sao Paulo. Sempre sorridente e de bem com a vida e com todos, era o melhor em todos os esportes que praticava, inclusive no xadrez. Todos da nossa epoca estao chocados e rezaremos por voce. abs Alberto Mucinic (muci)

Até breve

Não o conheci pessoalmente, mas a filosofia é sábia: Muitos morrem muito tarde outro morrem muito cedo, quem satisfaz sua missão morre vitorioso.

Schuartz, o cara!

Entre os não profissionais no futebol, foi o melhor que já vi jogar.
Entre os gênios e notáveis do Direito, o mais simples e humilde.
Entre os amigos, o mais tranquilo e sereno.
Entre os humanos, digno e exemplar.
Os sobreviventes deste mundo confuso acabam de perder um grande Homem.
O plano espiritual acaba de receber um grande Espírito.
Felicidade eterna, Schuartz! Você merece!
Forte Abraço do seu amigo,
Bruno Aronne

Meus sinceros sentimentos

Gostaria de manifestar meus sentimentos pela perda do nosso querido amigo e colega Schuartz. Além de toda a sua brilhante carreira era ao mesmo tempo uma pessoa simples, amigo e querido por todos. Não se constroi um bom nome da noite para o dia. É preciso trabalhar muito.

Como descrever Schuartz? Ético, amigo, capaz, talentoso.

Eu que tive o prazer de trabalhar na FGV com ele, gostaria de expressar meus pesames a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho da FGV.

Saudações,

Lise Carneiro

Professor Schuartz

Fiquei chocado quando recebi agora à tarde a notícia. O Prof. Schuartz, a quem conhecia apenas de três palestras proferias e que me entusiasmaram, integrou minha recente banca de mestrado, cujo tema de pesquisa nascera lá em suas palestras.

Foi de uma gentileza e elegância ímpares: da aceitação do convite à arguição na banca. Estou triste e emocionado e gostaria de prestar essa homengam a esse Professor brilhante.

Haroldo Pereira

Não trabalhei diretamente com

Não trabalhei diretamente com ele mas tive a oportunidade de acompanhar de perto o seu trabalho como Conselheiro do CADE por conta do meu na SDE, mais ou menos na mesma época. Tinha-o como um gênio. A perda tão prematura de um profissional tão competente é realmente muito triste. Fico pensando nos livros, artigos, aulas, palestras etc. que não teremos mais a oportunidade de ter. Assim como San Tiago Dantas e Júlio Frank, deixa saudades nas mentes e nos corações daqueles que ficam, seus eternos alunos e aprendizes. Gostaria de vê-lo homenageado com a compilação dos seus artigos e votos, com a transcrição das suas aulas e palestras, pois acredito serem estas as melhores formas de aplacar a brevidade de tempo que a morte nos impôs ao seu pensamento e erudição, além de proporcionar maior acesso público a todo o seu envolvente pensamento e obra.
Meus pêsames aos familiares, amigos e alunos,
Eduardo Marques da Silva

"Shuvartz"

"Shuvartz",
Valeu pela convivência... pelas risadas... e pelo aprendizado de sempre... mesmo que no meio de um papo super informal! Tive o prazer de trabalhar com esta figura... que muito acrescentará lá em cima de agora em diante!
Muita luz!
Babi

Schuartz

Foi uma enorme perda. O Luis foi um exemplo de colega e professor. Profundo, amigo, gentil. Vai nos fazer imensa falta.

Eduardo Marques

Condolências

Lamento a inesperada perda do Professor Luis Fernando Schuartz. É trágico saber que uma vida brilhante foi ceifada sem a menor cerimônia.

Sua passagem pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) foi marcada pelo brilhantismo dos votos que apresentava, nos processos em que era relator e naqueles em que entendia ser relevante expressar suas posições com mais clareza. Digo isso a partir da condição privilegiada de atuar como assessor de gabinete do CADE - não no gabinete do Dr. Schuartz - e, por esta razão, poder acompanhar diversas sessões em que o Dr. Schuartz se manifestava.

À família, amigos e colegas, minhas condolências.

Francisco Teixeira de Almeida.

Um grande amigo

Acabo de ter a notícia por intermédio de meu sobrinho que foi seu estagiário. Fiquei profundamente magoado. Meu amigo, colega do CADE, que tive a honra de receber em Recife, se foi. Não conheço ninguém da família mas, por este site, transmito meus sentimentos. Um grande ser humano, um grande professor, sabia ouvir e dialogar com uma nitidez impressionante. Minha homenagem,

Abraham Benzaquen Sicsú

Lamentável perda

Profissional competente, dedicado e talentoso. Amigo fiel, atento e dedicado. Cidadão íntegro com atuação comprometida com o interesse público.
Trata-se de uma perda irreparável.

Meus sinceros sentimentos aos familiares.
Joisa

Graande homem!!

É...infelizmente a vida prega umas peças inacreditaveis e totalmente inesperadas...

Schuartz vai fazer falta mesmo nesse mundo... Fico feliz por ter tido a oportunidade de conhecer esse cara inteligentíssimo, super simpático, mais que maravilhoso professor, enfim...fico triste também por todos aqueles que não vão poder tê-lo como mestre...UM GRANDE HOMEM!!!

Espero que realmente esteja em um lugar melhor...

saudades, Anelise.

Professor, Pode ter certeza

Professor,

Pode ter certeza que nunca me esquecerei do Dilema dos Prisioneiros - não pela utilidade prática, mas por me lembrar de suas aulas, principalmente naqueles momentos em que os alunos estavam desesperados sem entender nada, e o senhor para “simplificar” escrevia uma equação matemática no quadro... (risos) Brincadeiras a parte, muito obrigada por ter exigido tanto de nós! Foi uma honra ter sido sua aluna por duas vezes!

Que Deus te abençoe onde quer que esteja e conforte sua família e amigos...

Sentiremos muito a sua falta... um grande abraço de sua aluna Rachel Bitarães

Caro Luiz, Estou com muita

Caro Luiz,

Estou com muita pena de perder um amigo e um colega, você é uma das pessoas que eu mais admirava na FGV.

Habermas falou tudo sobre você, apenas quero registrar que você fez uma bela contribuição para fazer um mundo melhor. Com gentileza, humildade, talento e dedicação, você mostrou um caminho para uma geração de acadêmicos e estudantes.

Saudade e todo meu carinho para sua familia, bis bald Luiz.

O seu amigo francês,

Yann

Caro Luiz, Estou com muita

Caro Luiz,

Estou com muita pena de perder um amigo e um colega, você é uma das pessoas que eu mais admirava na FGV.

Habermas falou tudo sobre você, apenas quero registrar que você fez uma bela contribuição para fazer um mundo melhor. Com gentileza, humildade, talento e dedicação, você mostrou um caminho para uma geração de acadêmicos e estudantes.

Saudade e todo meu carinho para sua familia, bis bald Luiz.

O seu amigo francês,

Yann

Obrigada

Admiração. Como amigo, como colega, como professor, como conselheiro. Sempre rindo e ficando vermelho, fácil, fácil... Obrigada Schuartz, pela sua sabedoria, pela sua elegância, pela sua amizade, por me ajudar a pensar em questões que eu e muitos não pensariam se não fosse você e seu pensamento e conhecimento privilegiados. Tudo com um sorriso e a sua simpatia! Obrigada tb pelos encontros na praia, no Rio, e assim me convencer, nem que fosse por 5 min, de que todo mundo levava a vida de um jeito errado... Paz e luz para você e força para sua família e amigos. Saudades.
Patricia Agra

Luto

Luis,

Nesse momento que mistura dor, raiva e perplexidade, me faltam palavras para expressar minha imensa gratidão. Agradeço pelo apoio, pelos conselhos e pelos ensinamentos. Ainda, agradeço muitíssimo pela confiança depositada. Se hoje persigo uma carreira, devo esse sonho em grande parte à você e à sua imagem. Desejo apenas que com muito esforço possa algum dia vir a ser metade do que você era.

Saiba que hoje perdi mais que um professor, perdi um mentor, um amigo.

Aliás, sinto que todo o Brasil perde com sua ida. Perde muito. Perde uma mente incrivelmente brilhante e extraordinariamente engajada em contribuir para o desenvolvimento intelectual de seu país.

Que muitas “ondas” iluminem seu caminho. Fique com Deus.

Gustavo

Schuartz

O ser humano simplesmente não tem a facilidade de assimilar alguns fatos, e com certeza a perda de um pensador, um professor, uma referência, um símbolo, um ídolo é materialização mais forte dessa incapacidade.

Sua palavra era uma ordem, não por dotar de coerbilidade, mas sim por transparecer uma incrível experiência e inteligência sempre apta a resolver nossas indagações - ou, melhor dizendo, sempre apta a propor novas indagações jamais antes pensadas por todos mas que com certeza nos iluminavam em direção ao caminho certo.

Um dos orientadores que mais me incentivou a optar pela Direito-Rio, deixa em minha memória lições que servirão por toda minha vida.

Grande abraço!

Isaque Brasil

Professor Schuartz

Como todos, estou chocado e inconformado com a perda desse excelente professor e grande pessoa.

Tive o privilégio de presenciar sua genialidade em Direito Concorrencial. Ele foi um dos grandes responsáveis pelo meu interesse nesse ramo do Direito, que acabou se transformando em escolha profissional e, por isso, sempre lembrarei dele.

Abraço e obrigado por tudo,

Gabriel Arruda Chueke

ídolo!

Luís,
Você era ídolo, ou melhor, é ainda! Porque eu vou continuar te considerando um grande exemplo de ser humano!
Tenho grande orgulho em dizer que fui seu estagiário...lembro quando virei seu estagiário e você me apresentou pra todo mundo, com uma felicidade típica sua e uma humildade sem igual!!!
Sempre terei boa lembranças e sentirei falta de sua amizade e genialidade!
Um grande abraço

Meu Primo Luis Fernando Schuartz

Cresci com o Luis. Ele sempre foi o primo querido, idolatrado, de bem com a vida. Na época de faculdade, ele propõs fazer um revezamento. Um dia íamos no meu carro, outro no carro dele e as minhas idas e voltas da Puc se tornaram mais alegres . O Lu, como era carinhosamente chamado, ao contrário de mim, já acordava de bom humor, sorrindo, com os olhos brilhando de felicidade. Um dia, passando por um prédio comercial na Faria Lima novíssimo ele falou: Um dia teremos um escritório aqui! Schuartz & Kochen Consultoria Jurídica e Empresarial. Outro dia entrei neste prédio e na hora me veio esta lembrança.
Meu primo surfista cresceu, tornou-se referência na vida profissional, mas nunca deixou de ser aquele menino doce e sorridente.
Com nossas vidas corridas, cada um foi para um lado e eu sempre tinha notícias boas dele da orgulhosa mãe, Tia Anita.
Hoje a notícia que recebi do Luis foi inexplicável. Fomos todos surpreendidos pela tragédia, pela morte precoce daquele menino doce.
Hoje meu primo Lu foi velado e enterrado . Todos perplexos, meio que sem acreditar, fora da realidade .
Como muito bem falou seu colega da GV no velório :"Como explicar o inexplicável?"

Stella Kochen Susskind

O responsável

Luis, obrigado por tudo.
Pela sua amizade, sinceridade extrema no trato cotidiano, pela sua fidelidade a seus ideais e princípios. Seu exemplo nos acompanhará para sempre.
Obrigado por ser o responsável pela afirmação da carreira de pesquisador em tempo integral na área jurídica, e da interdisciplinariedade para além do discurso.
Se não fosse pelo seu genuíno interesse acadêmico, com o objetivo de produção de conhecimento (acadêmico) a ser reconhecido internacionalmente, eu não teria topado essa empreitada.
Eu não teria regressado ao Brasil. E, se tivesse, não estaria numa Escola de Direito... Acreditei no seu projeto acadêmico e continuarei acreditando.
Hoje tenho orgulho de fazer parte da FGV Direito Rio. E continuarei buscando a afirmação dos seus ideais dentro da Escola.

Um grande abraço, amigo e mentor,

Rafael Pinho Senra de Morais

Sentimentos

Lamentavelmente, não tive a oportunidade de me tornar seu amigo, de ser seu aluno, ou mesmo de discutir alguns pontos de interesse em comum. Mas por um mês e alguns dias fui seu colega e Luis Fernando Schuartz rapidamente me procurou e , como já foi dito por tantos, me apresentou seu caloroso sorriso, repetido a cada encontro pelos corredores. Hoje pela manhã fui surpreendido pela notícia de sua passagem. Permaneço perplexo e triste. Transmito aqui meus sentimentos aos seus alunos, familiares e aos colegas que o conheciam mais de perto. As manifestações anteriores dão conta da perda que a Escola, a FGV e a academia brasileira tiveram neste dia.
João Felipe Sauerbronn

Por que o sol brilhou nessa manhã de segunda?

Nessa estranha manhã de segunda-feira não entendia porque o sol teimava em brilhar apesar daquela frente fria estacionada próximo à região sudeste... Num telefonema eu descobri: o sol brilhava no céu porque os anjos cantavam a chegada de uma alma especial: era você luis!

Agora, daí de cima, você pode olhar com calma e serenidade a luta que continuaremos travando por aqui. Mesmo sentindo sua falta, seguiremos renovados pela lembrança de seus feitos na busca de uma universidade democrática e meritocrática.

Pois é Luis, nesse tempo em que pudemos conviver contigo você se demonstrou assim: com defeitos e virtudes... como qualquer ser humano. Aliás, como um grande ser humano. Leal aos outros e aos seus ideais. Você nunca fez alarde sobre si mesmo e sempre respeitou as diferenças. Diga-se de passagem, sentirei enorme falta das nossas conversas marcadas pelas afinidades na visão acadêmica e diferenças na visão política. Sentirei falta da sua generosidade, daquela maneira como você simplesmente sorria diante de meus argumentos mais contundentes...

Agora eu entendi porque o sol brilhou... na verdade não foi o sol, foi você Luis que levou seu brilho da terra para o céu. Que seu brilho continue a nos iluminar meu amigo!

Bjs,

José Ricardo Cunha

O sentimento de todos

Muito bonita a sua homenagem, José Ricardo. Você sintetiza o sentimento de todos. O Luis é uma pessoa tão especial que passou por nossas vidas rapidamente numa noite de Natal e nos encantou imediatamente. E nós ficamos com a vontade de ter dividido mais horas com ele, de o conhecermos melhor. Ficamos com o sentimento de que perdemos a oportunidade de usufruir, no nosso cotidiano, da beleza desse ser humano.

Isabel

Sentiremos sua Falta

Ainda é dificil acreditar na perda que todos incorremos. Não só pela sua inteligência, mas também pela simpatia, humildade e felicidade que sempre o rodeava que será lembrado.

Sentiremos sua falta Professor.

E viva o Brasil!

Luis,

Você é motivo de muito orgulho não apenas para a família, para os amigos da FGV, ou para qualquer um que tenha compartilhado um segundo que seja com você.

Você é motivo de orgulho para o Brasil. Você continua aqui, sua história continua. Você trouxe para o Brasil não apenas o seu brilho, o que já seria bastante, mas também começou um processo de fortalecimento da academia brasileira, trazendo e mantendo cérebros.

Você continua aqui entre nós, em seus textos, seus ensinamentos e nas pessoas que continuarão seu trabalho.

Para os amigos que ficaram

Ligia, Guilherme, Diego e outros amigos tão queridos do Luis na fgv. É uma angústia e dor muito grande que sentimos agora. Queria dizer que também estou triste e sentindo muito a perda. Fica a lembrança tão viva na memória. Se possível, gostaria de encontrá-los na homenagem mais que merecida que farão na gv.

Um beijo enorme.
Carol Gottardi

Tristeza

Hoje recebi a notícia em Lisboa e confesso que não consigo acreditar... Porque? Porque? Como? São perguntas infinitas que não encontramos respostas.
Agradeço pelo tempo que tive oportunidade de conviver com este Gênio..
Duas Vezes como professor, 1 ano e meio no Grupo de Estudos, 6 meses como estagiário. Realmente, foi um grande privilégio.
Obrigado por nos ter deixado uma literatura vasta e conhecimentos infindáveis.
Obrigado por ter feito o máximo do que você mais gostava de fazer nesses poucos 43 anos que esteve conosco.
Obrigado por ter dado projeção acadêmica ao nosso País.
Obrigado por ter sido Humano.

Descanse em Paz!

Pedro Freitas Teixeira.

Schuartz,

Poucas pessoas ensinaram tanto com um silêncio, essas lições certamente deixaram saudades.

Ronaldo

Tristeza

Certamente uma das pessoas mais geniais com quem tive oportunidade de conviver. Transpirava genialidade e humildade. Sinto por não ter aproveitado mais, afinal nem todos os gênios são tão acessíveis quanto foi o nosso caro Professor Schuartz. Sinto-me na obrigação de dar meu testemunho e reverenciar tão notável ser humano.

Descanse em paz Professor, esteja certo de que fez mais em 43 anos do que a esmagadora maioria dos seres humanos faz em 3 vidas. Parabéns por isso. O senhor sempre será um dos maiores exemplos para todos nós da FGV. Obrigado.

Luiz Gustavo de Castro Teixeira

Difícil de acreditar!

Professor,

Infelizmente eu ainda tinha muito a aprender com o senhor. Mais uma vez eu deveria ter corrido... espero que esteja bem onde estiver...

Um abraço saudoso,

Arthur

Mensagem de Adeus

Luis era uma pessoa que reunia qualidades que poucos no mundo tem. Não estou falando só do seu brilhantismo profissional, mas principalmente do seu caráter, simplicidade e acima de tudo, do fato de ser uma pessoa extremamente simpática e agradável de conversar e estar próximo. Tive menos oportunidades de trabalhar e estar com o Luis do que gostaria, mas esse tempo foi suficiente para que sua morte deixasse em mim um sentimento de injustiça, revolta e saudade. Pessoas legais e cheias de vida como ele não deveriam morrer assim.
Bruno

Obrigada, Luis

Não só uma mente, uma alma brilhante anos luz de distância do nosso tempo.

Brilhe em paz.

Sua luz sempre viajará km de distância para ser lembrada e festeja entre seus amigos, acadêmicos e entre profissionais no mundo.

Obrigada, Luis.

Perda Irreparável

Lembro-me de que quando o conheci fiquei bastante impressionado com sua capacidade de transitar entre a Direito e a Economia. Sempre que conversávamos aprendia alguma coisa nova. Além de tudo, grande pessoa, sempre um sorriso no rosto. Infelizmente nos deixou cedo demais.

Mauricio

Perda irreparável

Não o conheci pessoalmente. Mas sempre fui grande estusiasta de sua obra. O Direito perde uma grande revelação, e, certamente, seus familiares e amigos perdem uma pessoa querida, pelo que pude percebe através dos depoimentos prestados ao Professor Schuartz.

Deus lhe tenha.

Alexandre Freire
coordenador do Curso de Direito da UFMA - Universidade Federal do Maranhão.

Obrigado!

O Luis vai deixar saudades, mas também deixa como herança uma grande contribuição ao mundo acadêmico Brasileiro na área do direito e economia.

Um forte abraço Luis, fique em PAZ!

Bruno Funchal

Um ser humano admirável

Luís era inegavelmente uma liderança natural porque reconhecida pela sua inteligência e, sobretudo, pela transparência de seus atos. Jogava o jogo da vida de maneira desarmada. Acreditava no valor da boa fé como premissa a reger as relações humanas. Estas eram apenas algumas das várias lições que ele deixou gravadas em nossa memória. Persistir nestas lições será sempre uma forma de homenageá-lo.
Evandro Carvalho.

grande se humano

o mundo com certeza perde uma grande luz , com a ida do nosso amigo luis.
vivi com ele os tempos mais felizes da minha vida , o tempo de esportes , futebol e alegrias .
ele era um pessoa maravilhosa e esportista exemplar .
beijos e muitas saudades

nix

Luis, Seja feliz onde quer

Luis,

Seja feliz onde quer que voce esteja.

De toda a tristeza da sua ausencia, certamente voce estará curtindo a saudade que deixou em todos os níveis. Somente pessoas mito especiais conseguem esta unanimidade que voce tinha. Voce sabia viver a arte da felicidade.

Vá com Deus, e aceite um abraço espiritual.

Sergio Bessa.

O legado de Luis Shuartz

Recebi ontem de manhã a terrível notícia do desaparecimento de Luis Schuartz. A interrupção brusca e precoce de uma vida é sempre um choque; quando as vida que foi interrompida era dedicada a abrir fronteiras no conhecimento, a transmitir e incutir a vontade do saber, da busca de novas soluções, a formar discípulos, a forçar a reflexão, a primeira sensação é a do atordoamento, não faz sentido.
Conheci Luis Shuartz há dez anos, ele retornando da Alemanha e já trazendo uma reputação de genialidade e as expectativas de que viria abrir novas perspectivas ao direito concorrencial no Brasil com sua sólida, e rara, formação em filosofia do direito e matemática. Sua passagem pela vida pública não só confirmou essa reputação de erudição e profundidade como mostrou uma combinação ainda mais rara, por compor grande modéstia e cortesia no seu trato com todos. Mas Luis Shuartz ainda tinha muito a nos dar. Enquanto vários de nós batem cabeça há anos tentando criar um espaço de interdisciplinaridade, serenamente ele montou e coordenava na FGV o centro de pesquisa em Direito e Economia, que é já referência na matéria. Estávamos em vias de formalizar uma cooperação em pesquisa, o Direito da FGV conosco aqui no Ipea, um projeto para o longo prazo. De repente ele se vai. Passado o torpor do choque, há que se pensar em homenageá-lo, em lhe agradecer genuinamente pelo legado que deixou. Que exista um Centro de Pesquisa em Direito e Economia Luis Fernando Schuartz, um prêmio de excelência acadêmica Luiz Fernando Schuartz e que, sobretudo, procuremos dar continuidade ao projeto de pensar interdisciplinar que com tanta competência ele desenvolveu aqui.
Obrigada, Shuartz, pelo exemplo que nos deixou.

Lucia Helena Salgado

Aquele que deixa saudades!

Lendo todos esses comentários de pesares, não poderia deixar de lembrar de uma passagem do livro de Augusto Cury, em que ele transmite o sentimento da perda. Transcrevo parte do capítulo com o nome de Luis Fernando - (...) Luis Fernando viveu momentos incríveis, chorou, amou, se encantou, perdeu, conquistou. Vocês estão aqui tristes com sua ausência, mergulhados num sentimento de vácuo existecial. Pois o único lugar em que Luis Fernando permanecerá vivo será dentro de cada um de nós, - Pouco antes de Jesus ser morto, uma mulher, de nome Maria, amando-o, derramou sobre ele o mais caro dos perfumes. Era tudo o que ela tinha. Ao ungi-lo com seu perfume, ela queria elogiá-lo por tudo o que ele fez e viveu, e ele ficou tão emocionado que a elogio por seu gesto magnânimo, enquanto os discípulos a repreendiam porque desperdiçaria um perfume valiosíssímo, que poderia ter outras finalidades. Censurando os discípulos, ele lhes disse que os estava preparando para sua morte, e que onde a sua mensagem fosse propagada o gesto dela seria contado como um memorial eterno.(...)

É esse legado que Luis Fernando nos deixa. Que sua presença esteja sempre viva em cada um de nós.

Deus o tenha em bom lugar

O Prof. Shuart era uma referência em Direito Econômico e em Teoria do Direito. Fazia isso com grande talento. Vai deixar saudade aos amigos, parentes e alunos. Todavia, a FVG saberá proteger a sua memória.

Marcelo Carvalho, Prof. de Direito Tributário e Filosofia do Direito do Departamento de Direito da UFMA.

Como todos, ainda não me

Como todos, ainda não me recompus do susto com a notícia da ida repentina do Luis. Convivi com ele nos seus primeiros momentos de FGV e de Rio de Janeiro. Apesar de curto, foi tempo suficiente para me impressionar com a sua genialidade e, acima de tudo, com a sua simplicidade. Sou mais uma dos seus admiradores. Deixo um grande abraço aos familiares e aos colegas da FGV, que terão que conviver com a saudade muito presente dessa grande pessoa. Consola saber que ele construiu um legado de amizades e de conquistas acadêmicas que ficarão.
Continue brilhando onde quer que você esteja, Luis!

Márcia Bernardes

Ironia sem graça

"Morrer jovem é de uma ironia sem graça.
De um espanto em que não cabem argumentos.
Injusto com as leis da natureza.
Injusto com os que partem.
Muito mais injusto com os que ficam.
A saudade é morte lenta, passo-a-passo, emudecida..." (J. Stone)

Além do enorme respeito profissional que tenho pelo Luis, gosto de pensar nele como um amigo querido, perspicaz, simples, genial, educadíssimo e que (coisa rara hoje em dia) ainda ruborizava...

Já estamos sentindo muito a sua falta.

Profa. Leslie Ferraz

Paulo Cezar Aragão

Caros colegas,

Hoje, estamos tristes. Perdemos um amigo querido e um colega que, tendo sido nosso sócio por algum tempo, inspirou para sempre, como um exemplo de vida, os que o conheceram. A sua dedicação ao direito, à economia, à matemática, a tudo, enfim, que atraía o seu interesse (Francisco Mussnich lembrará certamente do futebol) era marcante. Ele tinha, em grau superlativo, tudo aquilo que esperamos um dos outros: uma busca incessante pelo conhecimento, pela qualidade do trabalho e pela divisão do conhecimento adquirido com os demais colegas. Não adjetivaria esses colegas como apenas os mais novos. Todos nós, dos mais antigos aos mais novos, aprendemos muito com ele. Aprendemos o que é ser um verdadeiro advogado, quando ele o foi como nosso sócio; o que é ser um servidor público, pela dedicação e pela profundidade de seus votos no CADE; o que é ser um professor ou, mais do que isto (e são poucos professores que chegam a esse nível), o que é ser um modelo para todos os discípulos.

Incluo-me entre os admiradores do Luiz. Conheci-o quando ele veio para o BM&A e logo me mostrou a tese de doutorado, com algumas centenas de páginas impressas numa letra mínima, em alemão. Mais tarde, convenceu-me a dividir com ele a autoria de um artigo, o que só ocorreu graças à sua excessiva generosidade e à minha insuficiente persistência em convencê-lo a assinar o artigo sozinho, como se impunha.

Temos, cada vez mais, orgulho dos nossos alumni, daqueles que um dia dividiram as salas e os problemas com a gente. Consideramos a todos, sempre, integrantes do BM&A. E, nesse grupo, perdemos uma grande estrela. Ele certamente censuraria o uso inadequado do termo, mas estamos todos “órfãos” de um grande amigo e de um maravilhoso profissional.

Uma perda dessas, aos 43 anos, de uma pessoa saudável, preocupada com a alimentação, com a saúde e o condicionamento físico, nos faz pensar, nos deixa perplexos, mas as palavras ditas pelo rabino hoje à tarde, focadas na vida luminosa e intensa que ele levou, serviram de breve consolo para os que as ouviram. Mais do que ninguém, ele entenderia porque me lembro da expressão “carpe diem”. Foi como viveu, não apenas com intensidade, mas também com qualidade nas suas realizações profissionais e nas relações pessoais. Ele fez, enfim, e nos inspirará sempre, de cada dia, de cada atividade, um exemplo. Deixa, por isto, uma saudade imensa.

Paulo Cezar Aragão
Barbosa, Müssnich & Aragão Advogados - www.bmalaw.com.br

Luis, Você nos ensinou que

Luis,

Você nos ensinou que não é necessário ser rude para defender uma idéia, que os problemas podem ser resolvidos quando pensamos racionalmente em sua solução.

Apesar de existirem várias mentes brilhantes na atualidade, o que trás valor a uma pessoa é exatamente a sua raridade e o que essa pessoa representava na para os demais. Poucos sabem unir filosofia, sociologia, economia e direito de uma forma tão lógica e simples como Schuartz fazia parecer.

Luis deixou claro que a vida é feita de escolhas e que nossa razão determina como essas escolhas serão feitas.

Acredito que todos aprendemos com a lição deixada por Luis Fernando Schuartz e que não é necessário ser rude para ser rigoroso, não é necessário ser implacável para ser um bom professor, não é necessário ser sério o tempo todo para poder ser reconhecido.

O brilhantismo de uma pessoa está diretamente ligada à sua capacidade de pensar racionalmente nos problemas e conseguir adquirir respeito não apenas pela sua postura, mas pela genialidade, clareza e aplicabilidade das suas idéias.

Tenho certeza que a FGV saberá continuar o legado de Luis Fernando Schuartz, unindo irreverência com excelência e criatividade com racionalidade.

"Se os fatos não se encaixam na teoria, modifique os fatos." (Albert Einstein)

Obrigado Luis.

Viva o Luis!

Quando a morte passa tão perto, ficamos assustados, perplexos, impactados pela nossa fragilisdade e de tudo o que nos cerca. A ausência dá lugar à tristeza. Foi sempre um prazer encontrar o Luis nos corredores, invadir um pouco as suas aulas, repartir experiências acadêmicas rotineiras e sofrimentos da segunda divisão e, antes de mais nada, observar como a genialidade e a simplicadade podem se encontrar de forma tão harmônica e natural em uma pessoa. Era diferenciado na sua discrição; desafiador das agendas paralelas; coerente com idéias nem sempre muito simples ou fáceis, mas coerente antes de mais nada. A convivência, casual, nada íntima, foi um prazer. Deixa saudades e inspiração. Quem sabe conseguiremos deixar passar a primeira e potencializar a segunda. Que sirva de inspiração para seus amigos, colegas e alunos, vivendo em suas memórias e, por que não, em seus corações. Lig

uma pessoa inteira

Não conheci muito de perto o Luis apesar de ter convivido com ele no BMA, ter sido sua sócia no escritório.

O mais admirável e, perfeitamente visível, era observar como ele - super brilhante - não deixava que este aspecto profissional ofuscasse seu olhar para sua vida pessoal, seu relacionamento cordial e nada arrogante com todos.

Que triste perda!
Maria Tereza

Que perda !!

Conheçia o Lu desde criança, quando íamos juntos ao NR (acampamento). Craque nos esportes, notadamente no futebol, dividíamos a honra de sermos capitães das equipes que representávamos.

Posteriormente, nos reencontramos já adultos, sempre em convívio social e esportivo, onde participamos juntos de Macabíadas e de "peladas" na Hebraica.

Que perda irreparável !!!

Lú, você sempre foi e sempre será um amigo muito querido!

Gerson Gildin

Cometa

Poucas, intensas horas. Luminosidade fulgurante tal qual um cometa. Assim foram as curtíssimas aulas do Prof. Luis em Tópicos Especiais para a pequena turma de mestrandos de 2008/2009. Marcou sua presença, deixou admiração, transmitiu seu saber. Cometas passam e seguem longos caminhos. Espalham sua luz para outros lugares. Para os que acreditam, quem sabe? Ao passar pelo Sol ganham mais luz, força e brilho. Retornam!

Aloysio Beiler
Mestrado Profissional FGV-Direito Rio
Turma 2008/2009

LU,

Desde pequenino transitava feliz pela VIDA,com seu olhar da cor do céu mais azul que possa existir e acompanhado por seu inebriante sorriso. Não existem palavras que possam dar conta do susto, da tristeza, do lamento que é a notícia da sua perda.

Penso que os Deuses estavam precisando muito de uma alma generosa, sábia e espiritualmente elevada, que os ajudasse a pensar sobre a condição humana de uma maneira mais ampla, e por isso, o chamaram para bem perto.

Que os anjos do Universo embalem o seu descanso e tragam força, conforto e entendimento para os que o amam e aqui permaneceram. Com o coração descompassado e perplexo...

Mônica Bergamo

Vitorioso, Craque em todos os sentidos

Voce foi e continuara sendo um vencedor(em memoria).
Por onde passou sempre conquistou a todos com a sua perceverancia e o seu sorriso.
Sempre otimista e estampando um sorriso de uma imensa alegria com a vida.
Nunca levou nada pelo lado negativo, um positivista, conquistador que deixou um legado para os seus alunos.
Que a sua alma descanse em paz, pois voce deixa lembranças positivas para quem conviveu com voce.
Abraços
Seu amigo de futebol, natação,corrida e surf.
Sidney Buchman

Exemplo a ser seguido

Uma enorme perda para todos. Com certeza uma das pessoas mais geniais que ja conheci. Deixará grande saudade em todos. É um exemplo a ser seguindo quando temos por objetivo a excelência em nossas tarefas. Pessoa humilde e atenciosa, sempre preocupado com os outros. Lembro bem da sua preocupação em sala de que todos estivessem entendendo bem a matéria.
Uma das poucas pessoas que eu posso dizer sem duvidar "é um gênio".
Fico feliz por tê-lo conhecido, e tenho total certeza de que nesse momento está em um lugar melhor, de que está ao lado de Deus.
Descanse em paz e com a certeza de que fez diferença em minha vida.

Eduardo Guido F. Cavalieri D'Oro

Surfando em outras ondas

Os inúmeros comentários e homenagens dizem quase tudo que as palavras permitem dizer a respeito dessa incrível figura humana.

Cabeça privilegiada do direito e da teoria econômica; pessoa simples e carismática, de poucas, porém acertadas palavras; professor querido; profissional admirado; talento nato para o futebol; e, além de tudo isso, surfista.

O surf é, talvez, o esporte que permite maior integração com a natureza. Um esporte que trabalha o corpo, a mente e o espírito...

Schuartz trasladou para outra dimensão. Foi surfar outras ondas. Altas ondas. As melhores que podem haver. Que seja feliz, onde quer que esteja.

Amir

Alma leve

Hoje dividiria uma mesa com o Luís Schuartz em Seminário na FGV-RJ. Já montei a palestra no domingo pensando em provocá-lo para discussão, de modo a me premiar com suas críticas, o que nunca foi tarefa difícil quando se tratava do Luís. Qualquer diálogo, ainda que tentássemos evitar, rapidamente desembocava em filosofia do direito e lá ficava, com uma interlocução cheia de entusiasmo e paixão. Luís tinha preocupações filosóficas sinceras, que lhe brotavam naturalmente e o imbuíam de uma missão com a qual ele estava permanentemente comprometido. É realmente uma perda. Do pouco que conseguíamos falar sobre temas pessoais, registro como ele estava satisfeito, realizado e feliz por se dedicar, nos últimos anos, inteiramente à academia. Foi com a alma leve...

Juliano Maranhão

saudades

Sempre achei inacreditavel como alguem podia possuir tanta excelecia em assuntos e atividades tao destintas, realmente voçe nao era desse mundo,cumpriu brilhantemente sua missao,o que voçe realizou em 43 anos os normais necessitariao 3vidas. Saudades nos nossos bate papos. Um beijo espiritual
Marcelo Szpektor

Nós e as ondas

“Death is a dialogue between
The spirit and the dust.
“Dissolve,” says Death. The Spirit, “Sir,
I have another trust.” (E.Dickinson)

O primeiro amigo do Luis que eu vi no cemitério ontem foi o Guilherme. Entre soluços, ele definiu tudo: “Eu perdi meu amigo! Eu perdi meu amigo! Como isso pode ser verdade?”. Não deveria poder. Não o Luis. Não com 43 anos. Mas era.
Nosso amigo se foi.

E agora?

A humildade dos gênios ganhou um novo parâmetro. E também a gentileza. A delicadeza. A matemática perdeu a graça (quem haverá de explicá-la agora?). E se Einstein não voltar de chuteiras, com a habilidade do Ronaldo dos anos 90, não haverá substituição possível para qualquer dos times para os quais o Luis emprestava de tempos em tempos o talento. Fui, muitas vezes, com honra, “pato” dele.

Nosso amigo se foi. E a orla do Rio já está muitíssimo saudosa. Afinal, quem vai curti-la de forma tão intensa entre uma e outra pedalada? Curiosamente, as ondas vão manter o ritmo. Quebrando sem parar na areia. Deve ser para aguçar no Luis a vontade de voltar.

Como pode ser verdade que nosso amigo se foi? Tão gigante e tão tímido. E a falta que aquele sorriso envergonhado fará?

Nosso amigo se foi. Eu queria poder reclamar pessoalmente que ele ficou muito pouco por aqui. A festa estava só começando. Logo agora que ele iria comemorar a primeira formatura de alunos da Direito Rio. Alunos que foram absolutamente impregnados pela dedicação com que ele trabalhou na construção desse sonho de escola. Instituição na qual as digitais do Luis estão por todas as partes. Mas o Luis sempre tomava suas decisões soberanamente. Não iria aceitar a reclamação.

Nosso amigo se foi. E como ficamos nós, colegas da academia? Quem trará a crítica contundente, construtiva e imensamente gentil? Como corrigir os rumos quando o Norte foi se enconder no fim do arco-íris?

Nosso amigo se foi. Ainda vamos chorar e rir muito lembrando dele e do seu legado. Pois é...43 anos e já com um legado. Como pode ser verdade que nosso amigo se foi?

Nosso amigo se foi. Mas não “para sempre”. Para sempre é muito tempo. Joaquim lembrou bem em suas palavras de ontem: Luis vai voltar. Já voltou, aliás. É só olhar as mensagens. Luis está vivo na emoção de cada um dos depoimentos. Nos corações, nas mentes, nas lembranças, nas lágrimas e sorrisos. Vai passear conosco pelas praias, fazer perguntas aos alunos, sentar nas bicicletas que pedalaremos e, certamente, baixar o olhar - envergonhado – ao cruzar na orla com uma das mil e uma beldades cariocas. Vai corar...

Em termos de matéria, o Zé bem notou isso, Luis decidiu deixar de ser corpo e agora vai ser luz. Para falar a verdade, achei a escolha até um pouco óbvia (para um filósofo criativo e genial como ele). Mas acho que o lado surfista falou mais alto.

O certo é que a cada novo dia lindo na Cidade Maravilhosa ele vai voltar para fazer uma visita. Vai aparecer tímido; com – e como - o nascer do sol. Mas em seguida vai fazer com que todos notem a sua presença. Pela luz. Pulsante. Cativante. Empolgante. Gigante. Gigante como era a sua pessoa e como foi a sua vida.

Luis, por favor, apareça! Sempre! Vamos esperar suas visitas. As ondas também.

Abraço apertado e muito saudoso.

Álvaro

Luis meu primo e amigo

Luis e eu somos primos, crescemos juntos e quando eramos jovens, dos 18 anos pra frente, passamos quase todos os finais de semana no seu apartamento no Guaruja, ou nas praias para os lados de Maresias. Era como se fosse uma religiåo, chegava sexta feira a noite e desciamos a serra, com chuva ou sol, uma semana com o carro dele, a outra com o meu. Esqueciamos das preocupaçoes e responsabilidades da vida em Sao Paulo. Acordavamos cedo no Sabado, primeiro era a padaria pra comer um pao na chapa e tomar uma vitamina de frutas e depois no carro a procura pela melhor onda. A musica sempre esteve presente no background, com um repertorio variado. Durante alguns anos que essa rotina se repetia, escutamos de tudo, de Beatles, Led Zeppelin, Pink Floyd (os classicos do rock), ao rock mais moderno, surf music, jazz e a musica classica, full circle.

São tantas as memorias que guardo daqueles anos, stolen moments. Aos 21 anos, vim para Los Angeles aonde moro fazem 20 anos. Luizinho foi pra Alemanha, estudar e se dedicar ao que faria dele uma pessoa respeitada e querida em diversas partes do mundo. Nos encontramos esporadicamente aqui ou ali, eu me dedicando a minha arte e seguindo a minha vida e ele a dele, fazendo tudo o que o inspirava, tocando violino, speaking many languages, passando o seu tempo selfishless learning, teaching e dedicando-se a ajudar aos outros, making a real difference in this world.

Em Janeiro de 2009, tive a agradavel surpresa de receber um email do Lu. Assim dizia: "Fala Betão, tudo bem? E a famila? Faz um seculo que a gente nao se fala. Eu ia propor a voce um retorno aos velhos tempos. Uma viagem de uns 20 dias de carro, entre San Diego e San Franscisco, parando pra pegar onda quando der vontade." Nossa como eu queria ter feito essa viagem com ele, na epoca eu nao podia ir e ele acabou mudando o itinerario e indo surfar sozinho na Costa Rica e parando em Nova Iorque no caminho de volta, nao nos encontramos dessa vez. Depois disso, nos falamos varias vezes por email ate 2 ou 3 meses atras e combinamos de fazer uma viagem juntos no futuro.

Luis deixa só coisas boas pra quem teve o privilegio de conhece-lo, pode perguntar para qualquer um, do zelador do predio no Guaruja (a quem Lu sempre carinhosamente abraçava e fazia festa quando via) a pessoas mais distintas que cruzaram o seu caminho.

You were a stand up man and I am proud to say that you were my cousin.

God bless you and your amazing soul.

Roberto "Betinho" Chojniak

Breve

Vida breve e luminosa.
Caro amigo, companheiro de estudos e discussões sérias sobre matemática, direito e jogos.
Grande perda num cenário pobre de valores íntegros. Os medíocres sempre sobrevivem. Pena. Não consigo entender.
Que brilhe lá, como brilhou cá. Sempre lembrarei de sua alegria pela oportunidade de nnovos estudos na América.

Márcio Pugliesi
PUC-SP e Faculdade Anchieta-SP

Lu

Segunda foi um dia surreal, a todo momento esperava que alguém falasse que tudo era só uma brincadeira. Mas isso não aconteceu. Lembrei do filme as bruxas de eastwick que fomos ver no cine praiano, no Guarujá, nas muitas férias que passamos por lá, e nas vezes que você saia de manhã pra surfar no litoral norte e voltava pra filar o feijão com arroz na casa da minha mãe. Das vezes que me provocava, quando nos jantares de família, me pegava perto da mesa e falava que sempre tava lá com o prato na mão. Do email que trocamos onde quando contei que estava com medo de morar sozinha, você me disse que no começo era assim, mas que depois iria adorar, e do ultimo sonho que tive com você e escrevi pra te contar. Lu , fica a saudade e a tristeza de não ter ido pro rio aproveitando os convites de te visitar. Mas fica o orgulho de ver o quanto você fez por ai.

muitos beijos
Pati Knoplich

Luis, Um gênio que nos deixa

Luis,

Um gênio que nos deixa fisicamente, mas que marcou sua trajetória. Simples e cordial, nunca se recusou a ajudar ao próximo. Parabéns à humanidade por você existir.

Ayoub.

querido amigo Luis

Aprendemos a jogar futebol juntos aos 10 anos.
Luis tinha varias camisas de futebol e fazia questão de usar nos nossos jogos.
Um dia ?? a ele por que ,que tinhamos que sempre usar as camisas.
Ele respondeu : quando vestimos a camisa ,jogamos com mais raça.
Nunca esqueçi esta sua frase.
Agora não jogo mais futebol ,mas quando olho camisas de futebol aonde quer que seja : vejo a cara do Luis no meio delas.
Descançe em paz Amigo.

Alvaro Elkis

Lu querido

Meu irmão querido,

Hoje cedo, abri aleatoriamente o pequeno livro que tem sido companheiro fiel nesses últimos dias, uma versão poética do texto do Pirke Avot, ou "A ética dos pais", tratado dos mais antigos do Talmud. Fui tomada de uma grande emoção na hora em que li o trecho "escolhido" . Queria muito poder ler pra você agora o que dizia o grande sábio Rabbi Elazar (também o teu nome em hebraico):

"Rabbi Elazar used to say:

Like trees with many branches but few roots
are those whose wisdom exceeds their deeds.
The winds come and easily uproot them.

Like trees with few branches and many roots
are those whose deeds exceed their wisdom.

All the winds in the world can blow against them,
and they will not yield."

Pirke Avot ( III: 22)

(o dia do teu nascimento e da tua passagem)

Só agora, diante da tua ausência física, a gente se deu conta de que tuas raízes não estavam nesse mundo...

Meu amor eterno,
Bi

um choque...uma grande tristeza..

Estou até sem reacao a esta injustiça, a essa tristeza. O tive como professor em 2 oportunidades no meu curso de direito na fgv e sempre o reconhecemos como um ser humano de grandes valores e profundo conhecimento.

Uma pessoa memoravel em espírito, educação e inteligencia.

Luis, obrigado por toda sua dedicação e portanto, seu legado para nossa FGV e para nosso País.

Um grande abraço,

Pablo Sá Domingues

Meu querido Lu, Foi um

Meu querido Lu,

Foi um privilegio ter feito parte da sua vida. Ter te conhecido tao intimamente e ter dividido minha vida com alguem tao doce, tao justo e tao cheio de ideiais. Nossas trocas foram muitas e serao eternas. Assim como meu amor por voce.

Que bom que nos reencontramos e nos reaproximamos recentemente para finalmente entendermos este elo de afeto que guardamos nos nossos coracoes.

Voce estarah sempre presente.

Patricia Daher

Uma perda irreparável

Não tive muito contato pessoal com o prof. Luis Schuartz, mas acompanhei, ainda que a distância, sua brilhante caminhada acadêmica.
Considero sua morte tão prematura uma perda irreparável para o mundo jurídico e para todos nós.

“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”. (John Donne)

Que descanse em paz e que os seus encontrem o conforto na certeza da vida eterna como garantia do reencontro.
Edna Raquel Hogemann - UNESA

Saudades...

Luis, uma pessoa muito especial para mim, que tenho grande admiração.

Admiração pela maneira pura que lidou com a vida e pela intensidade dedicada à realização de seus ideais. Um homem honesto em tudo!

Bebe, sentirei muita saudade sua.

Descanse em paz.

Com amor,

Flávia

Pesar dos colegas da UFF

Prezados amigos, familiares e colegas da FGV-Rio,

Com anuência da minha chefia departamental, venho trazer os votos de pêsames pela terrível notícia que me abateu hoje de manhã.

Toda a comunidade dos amigos do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, está em sintonia de sentimentos com os amigos de Luis Fernando Schuartz.

O Prof. Schuartz é mais do que uma inestimável referência acadêmica; ele é um exemplo de pesquisador que expandiu os horizontes do mundo jurídico brasileiro.

Ele é uma pessoa amiga, sincera e sempre prestativa; um exemplo de gentileza no trato com os colegas da academia.

Sua ida precoce nos deixará um legado científico efetivo; ao passo que também deixará uma saudade sofrida.

Meus sentimentos,
Alexandre Veronese
Professor Assistente (SDB-UFF)

Foi uma honra !

Lendo todos esses maravilhosos depoimentos de amigos, alunos, professores, admiradores, acredito que muitos tenham se feito a mesma pergunta : Puxa, então aquilo tudo que eu conhecia era ainda mais !!?? Alguns aqui conheciam o Luis, outros o Luis Fernando, outros o Schuartz. Eu conhecia o Lu. Quando encontrei a tia Anita na segunda feira, eu já estava segurando as lágrimas porque eu sabia o que ela iria me falar ( e falou ) : você foi o primeiro que acreditou e soube quem ele iria se tornar ! .Explico : quando eu estava na faculdade escrevi um artigo no jornal da Poli que intitulei “para Lu-Messias” . Afinal , entre tantas outras coisas, como era possivel que um garoto de 10 anos e daquela geração escutasse Beatles tanto assim ? E eu dizia: esse cara vai ser diferente, esse cara é especial. Ai a vida foi passando e eu vi que tinha acertado na mosca ! Passei a encontrar o Lu ocasionalmente , geralmente em familia , e cada vez que conversavamos , riamos bastante (será que alguem aqui se lembra de não ter dado umas boas risadas conversando com ele ? eu não...) . Lembro-me de uma vez em que ele me deu uma generosa “enquadrada” quando conversamos sobre filosofia , mostrando-me que querer pouco não valia a pena. E rimos. Ou em outra ocasião quando conversamos sobre seu interesse por matemática e como “lá na frente” ela se encontrava com a filosofia. E rimos mais ainda.
Todos nós amigos que aqui escrevemos sobre ele , todo esse amor de todos nós que tentamos dizer e ninguem consegue explicar adequadamente só nos dá uma obvia lição de que a vida não é um joguinho tipo Banco Imobiliario onde “quem termina com mais , ganhou “. Talvez o único critério justo pra medi-la seja por sua “qualidade” e definir isso em palavras é uma tarefa quase impossivel (talvez ele pudesse me ajudar a explicar...)

E o Lu espalhou essa qualidade em todos e tudo por onde passou , como se isso fosse uma coisa banal, como se fosse fácil, como se não lhe custasse esforço, como se nunca acabasse !

Tentemos nos consolar lembrando que por algum mistério do destino , talvez por alguma lei do Karma que não alcançamos e por alguma coisa muito boa que possamos ter feito, nós todos fomos honrados com a possibilidade de ter podido partilhar de sua companhia nessa vida.

Lu, foi uma honra .

Sergio Kochen

Meu primo Lu

Meu primo Lu,

Com você dividi os palcos da infância. Período que já entre ondas e praia, de um Guarujá praticamente virgem, você transitava sempre ensolarado. Você falava pouco, mas, teus olhinhos azuis sempre brilhantes já enchiam de luz esse mundo.

Quem naquele tempo, em que éramos os caçulas, tantas vezes salvos dos castigos que as nossas irmãs e teu irmão mais velho recebiam (e a gente aprontava junto...), imaginaria que você, com esse ar de eterno menino, ia “aprontar” muito mais e virar esse homem tão grande?

Quem naquele tempo, sentindo e dividindo ingenuamente e infantis, os primeiros passos na areia imaginaria o quão brilhante e rápida ia ser a tua passagem neste mundo?

Crescemos e as ondas do Guarujá viraram ondas de Copacabana. O Brasil foi pouco e você se embrenhou, tímido e guerreiro, esportivo e bem-humorado, pelo mundo. Alemanha, Espanha. A Cátedra. Os grandes castelos. Ao longe escutávamos, vez por outra, tua mãe contar as tuas “peripécias”. Ela falava orgulhosa e ao mesmo tempo deixava transparecer um lado atônito e às vezes dizia - meu filho, não podia ser um pouco mais “normal”?

E VOCÊ CONTINUAVA uma espécie de trilha não tradicional, traçando uma meta cada vez maior e o mais importante sempre indo atrás, quietinho e perseverante, para alcançá-la. Você surpreendia. Superava o rubor e ia à luta. E estes depoimentos fizeram ver que não fez pouco. Deixou marcas. Criou seguidores. Ensinou da maneira mais viva teus alunos. Dividiu. Instigou. Compartilhou e inspirou. Misturou sabedoria e poesia. Encantou com humildade. Vontade. Sem fazer alarde das tuas conquistas você foi grande e inteiro! Você foi e é eterno dentro dos nossos corações e ficará na lembrança... uma imagem de um doce sorriso que iluminará nossos caminhos.

Lu, meu primo pra sempre querido, você nos deixa um orgulho enorme e uma saudade que não tem medida...

GOD BLESS YOU.

Beijos ternos e eternamente saudosos.
Tua prima Débora (Dé) Knoplich

Lu (z)

Final de mais um dia de reza. A casa cheia, mal dá pra passar.
Cheia de abraços, beijos e olhares, de todos os tipos.
Mas tem alguma coisa faltando. Uma explicação. O porquê desse monte de gente, conhecida e desconhecida, pra quem você sorri mesmo sem lembrar o nome.
Tem alguma coisa estranha. Tá faltando alguma ligacão, alguma conexão.
Tá faltando você, Lu.

Resolvi sair do meio dessa multidão toda (de gente que te quer tão bem) pra te fazer companhia. Quer dizer, acho que para você me fazer companhia.
Vim pro computador para olhar suas fotos, provavelmente pela vigésima vez nesses últimos dias, e descobrir a cada depoimento uma parte sua que não conhecia.
Não tinha me ocorrido ainda a possibilidade de escrever aqui. Não por falta de vontade, mas por falta de competência, ou força, ou qualquer coisa parecida.
O que eu queria falar era pra você, com você, mas agora acho que vai demorar.

Não preciso falar para os outros como você é.
Cada um tem seu próprio Luis. E a cada Luis descoberto, a cada história contada, cada homenagem prestada, a cada lembrança, não tem ninguém que não bote um sorriso no rosto.
É, acho que só você mesmo pra fazer as pessoas sorrirem, mesmo numa hora dessas.

Como muitos disseram, foram 43 anos muito bem vividos. Mas, para mim, ainda, não foram suficientes. Queria ter ouvido mais. Aprendido mais. (Nessas horas bate uma certa inveja de quem teve aula com você). Falado mais. É, queria mais.

Mas não tem problema. Eu sei que qualquer hora dessas a gente bota a conversa em dia e compensa o tempo perdido.

Por enquanto, só queria dizer que tenho muito orgulho de você. De ser sua sobrinha, de ser 'a falta de originalidade da minha mãe' - de ser Lu também.

Saudades.

Saudade...

A um ausente

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste? porque te foste?

Carlos Drummond de Andrade

Voce estará eternamente em meu coração!

Beijos

Obrigado, Professor!

Admito que no início achei tudo meio estranho sobre a notícia, mas depois comecei a notar que não temos a presença (física) do Luis Fernando Schuartz.

Tentei achar algo que pudesse descrever você para qualquer dos seus alunos, e achei a melhor palavra de todas, "Professor". Você lotava as cadeiras dos auditórios sem nem mesmo cobrar as chamadas, não deixava seus alunos ficarem com dúvidas quanto aos teus ensinamentos, pois por diversas vezes explicou mais de uma vez a mesma coisa até que todos tivessem te compreendido, mostrou que as palavras devem ser bem usadas porque os significados devem ser precisos, e você sabia bem demonstrar que as imprecisões seriam corrigidas rigorosamente.

Mas qual seria o melhor jeito para aprender com você? Pertencer a sua família? Ser um dos seus alunos? Um colega de sala de aula? Um amigo de infância? Cada um teve um jeito para tirar casquinha, feliz daquele que te conheceu, sábio daqueles que te leram, e inteligentes aqueles que buscam ou buscarão o teu conhecimento.

Você se perpetuará nas tuas palavras, ficará na lembrança dos teus familiares e queridos, mas somente alguns puderam sentir o gostinho de terem APRENDIDO CONTIGO, PROFESSOR.

Obrigado pelos ensinamentos.

Descanse em paz.

Leandro Wanderley Gomes.

LU

Pode ser clichê, mas qto mais eu ouço, ou olho as fotos na 1ª página da FGV (e preciso olhar o tempo todo)- seu rosto tão jovial, o sorriso tão típico e familiar- ou leio estes depoimentos super carinhosos.... Eu chego à conclusão q o Lu teve uma vida intensa, realizando each and every dream he might have had, como surfar na Califórnia, Costa Rica, rodar a Europa estudar e trabalhar entre os melhores, tocar violino etc ....
Prazeres mundanos e deleites acadêmico/intelectuais....
Ele era realizado e reconhecido em vários níveis e por diferentes feitos, um cidadão do mundo que vivia sua grandiosidade com descrição e leveza....
Quero crer q morreu sem muita dor ou degradação física e mental, saiu de cena como quem vai tomar uma chuverada depois de um dia pleno de satisfação.....
Minha impressão hoje é que ele realizou mais nesses 43 anos do que muitos realizam numa longa existência.
Teve uma existência "subversivamente" livre embora comprometida com a excelência....

It is not fair, and hurts!!!!
But, nevertheless, nós tivemos o privilégio de compartilhar momentos super especiais e imortais com ele,
E aquele sorriso (so typical) we’ll carry around with us always....

Rest in peace,
da sua prima
Márcia Knoplich

...

Sabe Lu,
A vida é estranha. Tem coisas que acontecem que, por mais que eu tente, fica impossível de entender.
Esse 23/11 foi o dia mais incompreensível da minha vida...
Começou com um telefonema logo cedo que me deixou desnorteada...como assim?!
As lembranças vieram logo. Todas aquelas férias no Guarujá ainda com ruas de terra, os reveillons na casa dos seus pais que acabavam sempre na sala lá de baixo (acho que sala de jogos, já faz tanto tempo...), e a última vez que nos encontramos, num jantar de Yom Kipur. Você com aquele mesmo jeitinho, sorriso no rosto, sempre de bem com a vida.
E, essa mesma vida vem, de repente, sem avisar nada e apronta uma dessas, deixando por aqui um enorme vazio!
Lu, aonde quer que você esteja, saiba que estará, para sempre, dentro de nossos corações.
Para sempre...
Sua prima Sil

Para mim,Gugu

Para mim você será sempre o Gugu,aquele garoto de olhos de um azul profundo e brilhante.
Aquele irmão caçula que só fazia nos divertir.
Que linda trajetória de vida você trilhou,e continuará trilhando.Pena que nem todos poderemos acompanhar.
Te amo para sempre Gugu,irmão,amigo,Luis irmão,amigo,professor,doutor...

Que Deus te acolha dentro de sua bondade e amor

Izza

Os que nunca partem

Schuartz,
Desde que soube da existência deste espaço para te homenagear, venho tentando escrever, mas todas as vezes que começo, sou interrompida pelas intensas lágrimas que cismam em cair de meus olhos... Confesso que pensei em desistir, no entanto, você, seus amigos e familiares merecem saber o quanto você é querido e admirado.

Hoje, uma pessoa muito especial e sensível me perguntou se eu sempre sou tão séria e eu respondi: não sou não, estou apenas muito triste. Triste por não te encontrar mais nos corredores da FGV; triste por não poder te consultar (como frequentemente fazia) quando as dúvidas surgirem; triste por não poder te assistir nas palestras que ministrava; triste por não poder escutar suas consistentes e produtivas críticas nos Seminários de Pesquisa, às quartas-feiras na FGV... enfim, triste por perder uma pessoa tão especial!

Ao mesmo tempo que sinto essa profunda tristeza, não posso deixar de destacar as inúmeras marcas positivas que você me deixou. Primeiramente, foi o responsável pela minha paixão pelo Direito da Concorrência. Era um verdadeiro prazer acordar para assistir às suas aulas, sempre tão complexas e relevantes. O tempo de aula nunca era suficiente para discutirmos tudo o que eu achava necessário, por isso sempre ficava além do tempo te esperando para tirar alguma dúvida. No começo, sentia muita vergonha de falar com você, já que uma pessoa com tantos predicados intimida, nos deixa inseguros, receosos de falar alguma besteira, de não ser bom o suficiente para compartilhar alguns minutos seus. Entretanto, após alguma persistência e com o empurrãozinho (literalmente) de uma querida amiga, fui me aproximando de você e percebendo como o meu medo era ridículo. Você, sempre muito educado e gentil, respondia a todas as perguntas, me instigava a pesquisar e a aprender cada vez mais.

Você também foi um dos responsáveis por me inserir na vida acadêmica. Em um país onde a pesquisa acadêmica não é valorizada da maneira devida, ter uma pessoa tão qualificada e bem sucedida fazendo esta opção, nos traz segurança para investir e contribuir de forma relevante para a formação e disseminação do conhecimento.

Bom, acho qua já escrevi demais, falta agora te agradecer:

Obrigada por ter me deixado fazer parte da sua vida como aluna, monitora, colega de trabalho, como uma eterna fã ... Obrigada por ter contribuido de forma tão decisiva para a construção da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, da qual eu tanto me orgulho de fazer parte, e através da qual tive o privilégio de te conhecer.

Espero que essas poucas palavras consigam demonstrar a importância que você teve e sempre terá em minha vida. Termino com uma poesia que me ajuda a entender e conviver com a sua ausência, tão presente....

Os que nunca partem
Silvana Duboc

"Eu me lembro que quando era muito jovem,
ouvia os adultos comentarem:
'Fulano partiu'.
Esta era a forma que eles achavam menos sofrida
de falar que alguém havia morrido,
principalmente quando estavam perto de crianças.

Era um jeito delicado que eles tinham
de citar a morte sem que ela parecesse
tão chocante.
Cresci e comecei também a falar assim
- fulano partiu -
e acabei achando menos dolorido,
menos violento se referir à morte dessa maneira.

Quando se diz que alguém morreu,
dá a impressão que se acabou, desapareceu,
e imaginar que alguém que queremos
bem acabou ou desapareceu pra sempre é terrível.

Dói mil vezes mais do que precisar enfrentar
a sua própria ausência.
Partiu já é diferente,
dá uma sensação de que em algum
ponto da vida nos reencontraremos
com essa pessoa querida novamente.

Fica mais fácil imaginar que ela viajou,
uma viagem sem data pra voltar,
mas com retorno garantido.

Enfim, descobri recentemente, que existe uma
outra categoria dentro desse universo.
São aqueles que nunca morrem e,
portanto, jamais partem.

São aqueles que embora desapareçam de nossas vistas,
eternamente se fazem presentes em nossa memória e
em nosso coração.

Os que nunca partem são as pessoas que nortearam nossos dias,
colocaram um significado importante neles
e deixaram uma marca tão profunda em nós
que não importa onde estejam,
porque ao nosso lado,
de alguma forma,
sempre estarão.

(...)

Só tenho a dizer que dentro de mim
moram pessoas que nunca deixei que partissem verdadeiramente,
assim, como não deixarei que partam, jamais,
algumas que ainda estão por aqui.

Os que nunca partem são aqueles que descobriram
o segredo de brilhar na Terra,
mesmo antes de chegarem ao céu
e se tornarem estrelas."

Tenha certeza que o seu brilho permanecerá para sempre em cada um de nós.

Mariana Monjardim

Lição de Vida

A perda do Luis tão prematuramente deixa uma lacuna que não poderá ser fechada, mas como profissional da educação, e com os trabalhos de pesquisa que deixa, será lembrado eternamente. Ele deixa uma lição a se pensar, que a vida deve ser vivida intensamente, pois realmente e infelizmente nunca sabemos o amanhã.
Sabemos que a escolha de ser professor é uma missão sublime. Não há gratificação maior do que encaminhar um ser humano para uma vida plena de realizações. Essa é uma tarefa complicada que exige muita perseverança, paciência e principalmente amor. Amor pelo que se faz e direcionado ao ser humano em formação. Como professores semeamos o futuro e esperamos ainda em vida ver florescer esse jardim de aprendizes, mas quando isso não é possível é dever dos alunos, mostrar que a sua passagem pelo mundo não foi em vão. Seu nome será lembrado em todos os momentos de suas conquistas. Sabemos que a morte não existe e se Luis foi levado tão cedo foi porque tinha uma missão maior em outro plano para cumprir.
Vibramos intensamente por sua alma. Que D- te abençoe.
Dos primos Martha e Guilherme Brochmann

Bom dia, Luis.

Ontem fiquei muito emocionada enquanto lia a homenagem da Lu, sobrinha do Luis. Me lembrei de certa ocasião. O Luis estava chegando de Paris e eu havia combinado de esperá-lo na casa dele, para isso teria que pegar a chave com a sobrinha dele, acho que era você, Lu. Ele já havia me mostrado muitas fotos de vocês, das bodas dos pais dele (que família linda é a sua). Fiquei super sem graça de te encontrar e pedi, quando você me ligou, para deixar a chave com o Seu Severino. Fiquei com vergonha de ser mais nova e, com a sua leitura de poucos minutos, pudesse levar para o pessoal de São Paulo um parecer estranho sobre a minha pessoa. Quando ele chegou ficou feliz de ler a cartinha fofa que você deixou pra ele e a cesta do Garcia Rodrigues, estavam sobre a mesa. Quando ele viu a quantidade de meninas que tinham assinado ficou perplexo. Ele não sabia que eram tantas e ficou pensando: '- Onde todas essas meninas dormiram? Minha casa deve ter ficado bem animada enquanto estive fora.' Comecei a rir e disse pra ele que sua voz no telefone era muito doce e você me pareceu uma menina muito quietinha. Ele riu e disse: 'Não se iluda, Carol. As quietinhas surpreendem.' Foi engraçado.
Saudades, Luis.
Um beijo carinhoso
Carol

Os bons morrem jovens

é tão estranho
os bons morrem jovens
assim parece ser
quando me lembro de você
que acabou indo embora
cedo demais (Renato Russo)

Valeu Mestre Schuartz!

Adilson Carvalho de Almeida

A vida é um vapor

Não conheci este jovem belo e talentoso, mas muito me entristeceu ver alguém, ainda, na tenra idade partir. Isso me fez lembrar da palavra Bíblica na qual Tiago, em seu livro, no capítulo 4, versículo 14 diz: Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.
Descanse em paz!
Patrícia Waked Pontes

A sua essência

Entre tantas palavras e depoimentos de afeto reconheço partes do Lu que conheci desde pequenininho.

Vivíamos nossos 3 meses de férias entre praias, ondas e expedições ao desconhecido. Tínhamos o sol, o tempo a nosso favor e até fundo musical nas músicas que inventávamos para cada aventura.

A gente foi crescendo, virando gente grande e seguindo novos caminhos.
Nos víamos de quando em quando e logo o bom encontro e seu sorriso inconfundível resgatavam o carinho que nos ligava desde então.

Hoje, em meio a uma grande tristeza, procuro seu sorriso e encontro em meu coração, junto com aquele jeitinho delicioso que você também chamava meu nome.

Beijos e saudades Lu
da sua prima Cé, orgulhosa de ter sido parte da sua vida.

Saudades

Luis,

Nao sou jurista e sim colega de trabalho ha 5 anos. E voce sempre chamou minha atencao por algumas qualidades que nem todos os juristas tem: leveza no olhar, meiguice, solidariedade, aceitacao, pele ruborizada e queixo flexionada nas reunioes de planejamento da escola, sempre dando solucoes brilhantes para o avanco dos ideais inovadores da escola e de seus dirigentes.

Gente boa, alegre, sensato, honesto, amavel e leal. Essas sao as marcas que voce deixara no meu coracao e que me farao viver a vida lembrando que isso e apenas uma passagem, breve mas onde podemos realizar sonhos. E eu acho que voce realizou sonhos em sua curta passagem por aqui.

Esta deixando muitas saudades.

Milena

grande luisinho !

luisinho foi nosso vizinho de rua de infancia, 4 anos mais velho que eu, mas sempre demostrou ser paciente com os "moleques" mais novos (acabou virando professor) e , naquela epoca , ja demostrava um profundo conhecimento...de futebol !...ele e seu irmao paulo foram nota 10 com a gente sempre...seja na velha e saudosa rua dos nenufares ou no acampamento onde iamos quase sempre nas ferias no inicio dos anos 80.
ano passado o reencontrei algumas vezes no clube...o sorriso facil e amistoso continuava presente, mais de 20 anos depois...e o bom futebol idem !

vc é grande luis, e emociona ler tantos relatos bonitos de pessoas que conviveram com vc, seja por 1 hora ou por 1 vida.
sentimentos a toda familia,

sandro, dudu, marina e anita teiman

Beija-flor

Acabo de ceder-me à vontade de escrever - embora, talvez, não devesse [essa relação entre a ontologia e deontologia - como, no mais, toda discussão humana a respeito do que pode ser - sublima e, como tal, não me parece forte o suficiente para deter a vontade escrever]. Ânsia de rasgar o peito após a leitura de tão dolorosos depoimentos, medo de deixar que lágrimas cortassem o meu rosto em público por alguém que conheço quase como reflexo [e ele permanece, rotineiramente nas minhas leituras].

Schuartz não estava sempre certo, não era infalível. Mas tudo o que ele fazia tinha integral devoção. Inclusive o seu tímido "oi" - monossílabo, sim, para poder concentrar, ali, toda a sua sincera devoção.

Tive a oportunidade de conversar com Schuartz, mais detidamente, há quase um ano, pela última vez. E conversamos, apaixonadamente, sobre a difusão de Law & Economics. Não tive condições de caminhar com aquele projeto, mas ainda ouço, recorrentemente, no labirinto da minha mente, o seu compromisso em voar para Brasília no dia seguinte para nos reunirmos na presidência do CADE. Não há comprometimento maior que esse.

A paixão que todos nutrimos por Luis Fernando Schuartz, independentemente da fonte de aproximação e do tempo de convivência, é uma intrincada rede. Vasos comunicantes que, sem ele, vertem todo o líquido, ficam vazios. E já que não se pode superar a existência de Schuartz ou emendar a sua ausência [por mais ininteligível que seja o seu passamento], vamos sublimá-lo.

Eu não poderia deixar de mencionar que, enquanto eu buscava palavras, veio parar, à minha janela, um beija-flor, extático (jamais estático).

Roberto Taufick (R.D. Oliveira Lima Taufick)

Lembro-me quando você chegou

Lembro-me quando você chegou na DIREITO RIO. Providenciei tudo para sua chegada e o recebi na Escola. Era sério, mas aos poucos nos conquistou com aquele sorriso tímido. Com o passar do tempo fui me surpreendendo com as descobertas de que era um excelente jogador de futebol e que amava surfar. Fiquei bastante tempo pensando como era possível aquele cara tão sério gostar de surfar... Depois entendi que o mais importante pra ele era a qualidade de vida.

Com a notícia de sua partida, a tristeza tomou conta de mim...

Quando pensei que já estava melhor fui até a turma que está fazendo a disciplina Direito Economico Regulatorio para falar com os alunos. Quase não consegui. Faltou ar, as palavras teimavam em não sair, a voz falhava, pensei que fosse explodir.

Bem, prometi à turma que a disciplina seguirá conforme as suas orientações, pois sei que cada professor que pisar naquela sala de aula vai lembrar de você e fará o impossível para dar a melhor aula, em respeito à você.

Débora Pinheiro

Schuartz

Schuartz,

Lamentamos muito sua perda. Mas, com certeza, sua passagem aqui proporcionará frutos por muito e muito tempo, e dos mais positivos.

É um exemplo de pessoa, profissional e acadêmico para todos.

Obrigado por tudo que fez à FGV e aos alunos em especial.

Com certeza, é um dos grandes responsáveis pelo sucesso desta instituição.

Fico feliz, pois, onde estás, com certeza será muito bem recebido.

Grande Abraço,

Leonardo Carvalho.

Obrigado

Luis,
Olha só como são as coisas. A pessoa é tímida, faz de tudo para não aparecer. Mas as marcas que você deixou em todos os nós, tanto os mais próximos quanto os que te conheceram menos do que o tempo permitiu, não deixam passar em branco o sentimento que toma conta de todos nós. Se estivesse aqui, estranharia o clima pesado que tomou conta da Escola esta semana, Escola que você ajudou a construir e que por muito tempo ainda terá você, suas idéias, sua atuação, como referência.

Perde a Escola, perde a academia, perde o ensino jurídico. Mas principalmente, perdem os amigos. Um abraço, Luis. Esteja onde estiver, obrigado.

RODOLFO

das tantas lições que

das tantas lições que aprendemos com você, talvez a principal tenha sido a de que não se precisa fazer estardalhaço para ser lembrado, muito lembrado.

Perde a Escola, perde a academia, perde o ensino jurídico. Mas principalmente, perdem os amigos. Um abraço, Luis. Esteja onde estiver, obrigado.

RODOLFO

 

a vida de um "craque" !!!

Porque sempre são so craques que se vão logo?
Porque as pessoas de bom caráter que se vão tão prematuramente?
Porque os mais queridos são tirados de nossa convivência tão de repente?
Porque bons profissionais e referências são tirados de circulação de maneira tão radical e rude?
Porque ?......
Nós, simples mortais, nunca termos uma resposta para estas "peças" que a vida nos "prega", mas para amenizar o gosto amargo, o nó na garganta, e as lágrimas que rolam, podemos ter a certeza que, qualquer dia desses ainda vamos nos encontrar com o Luisinho lá no céu.
Vamos jogar um belo futebol ao lado do craque.
Vamos estar ao lado daquele garoto tímido, de olhos absurdamente vivos, tímido, mas de uma simplicidade ímpar.
Vamos ficar "fazendo nada", como nos velhos tempo de NR, depois do almoço, do lado do barzinho, e dando muitas risadas.
E, para os que tiveram o grande privilégio de tê-lo como mestre e colega de profissão, voces ainda vão poder disfrutar de sua sabedoria e compartilhar de bons momentos com esse GRANDE professor.
Porque?..........
Esta explicação só cabe á Deus.......e vou ser muito franco com todos voces.....
Ele vai ter que se explicar muito bem para com todos nós.
Fique em paz, e com ele Luisinho.

Paulo Cimerman

Vai ser difícil

Conheci o Schuartz meio no susto, fui selecionado para ser seu assistente em Direito Econômico e Regulatório. Ele foi um chefe difícil num primeiro momento, um coordenador com um senhor currículo e eu ali, mestrando, com um filho pequeno em casa, cheio de planos. Eu simplesmente não sabia o que ele esperava de mim. Ele me tranquilizou com sua cordialidade.

Aos poucos fui conhecendo ele. Ele era muito gentil e tímido. Aos poucos foi me deixando a vontade e me delegando mais responsabilidades. Era a forma dele não me deixar cair na rotina. Coisa de amigo daqueles que gosta da gente mesmo sem precisar dizer.

Mas ele também era Professor, sim com "P" maiúsculo. Conversávamos sobre seus artigos e minha dissertação. Ele me dava a maior força, dava uns toques, cobrava e orientava. Sugeria bibliografia, uns livros muito bacanas que eu ficava imaginando como ele havia descoberto.

Num dos seminários que ele organizou descobri uma de suas maiores virtudes. Ele era uma pessoa agregadora. Todo mundo gostava dele, ficavam felizes nos seus eventos. Fiquei orgulhoso em uma de suas profundas palestras dizer para um colega de trabalho que ele era meu chefe.

E nessa correria do dia-a-dia a gente se encontrava, fazia planos para a pós, eu pedia conselhos, ele comentava do pós-doutorado. E vamos que vamos.

Agora o Luis foi surfar em outras paragens. Foi tudo muito triste, desolador. Vamos levar esse barco do jeito que você queria e sentindo muita falta de nosso tímido timoneiro. Uma pessoa inspiradora.

Meu chefe, Professor, orientador e amigo, obrigado por tudo.

Grande Abraço,

Sérgio Reis

Sempre em nossos corações

"A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!"

Muito Obrigado

Conheci o Luis na FGV, quando fui por ele entrevistado para ingressar como professor da graduação da FGV. Ali eu já sabia quem era Luis, pois já tinha usado seus votos na CADE em meu trabalho no Ministério Público. Depois, após contar com sua aprovação, em várias reuniões internas pude compartilhar suas idéias. Perdemos uma grande pessoa, mas suas lições permanecerão......
Juan Vazquez

Um indivíduo completo

Dizem que todos nós estamos na vida para aprender, crescer espiritualmente.
Luis, sua alma se foi porque não havia mais aprendizado a ser alcançado.
Um indivíduo completo.
Só me resta agradecer pelo privilégio de ser seu aluno.

Obrigado,

João Sá

Nada do que foi será De novo

Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar

LFS

O Luis foi meu chefe por uns 5 anos. Aprendi muito, inclusive depois que ele foi para o CADE, com seus votos que eu acompanhava curiosa e com grande expectativa. Sempre me considerei privilegiada por essas oportunidades e tinha o maior orgulho. Seu famoso toque de genialidade transformava qualquer trabalho nosso. Sou grata por sua paciência e por todos os bons momentos compartilhados. Ressinto-me de não ter convivido mais com o Luis do Rio, tão realizado e contente. Aos familiares e amigos, deixo um forte abraço. Gabriela.

Schuartz, adeus

Querido Luís Fernando: O impacto da noticia chegou-me por e mail. Curta como a morte que lhe decepou a vida. Logo me vieram as reminiscências, pois é delas que se constitui a existência. Você foi um iniciador. Não um iniciador de coisas, mas um iniciador de si mesmo. A revelação de quem alguém é acontece à revelia da esmagadora força do que alguém faz e ocorre na simplicidade do cotidiano. Por isso só me vieram à lembrança momentos fugidios, um dia em que nos conhecemos, não sei quando nem por que, um passeio em Paris, a compartilhar juntos, você e minha família, um pedaço de pão comprado numa padaria judaica, uma aula, um livro, uma frase, tanta coisa que parecia perdida nos desvãos da memória. Diz Hannah Arendt que apenas quando alguém morre é possível dizer quem ele foi. Com a morte, a estampa da vida se imprime para sempre. Não na memória de fatos e feitos. Essa é uma estampa que se esmaece com o tempo. Mas na memória de uma amizade, um retrato que nunca se apaga.

Tercio Sampaio Ferraz Junior.

Um Professor

Luis foi um grande Professor e colega. Deixa uma lacuna na vida da Direito Rio e da FGV.

Sentimentos,

Marcos Facó

CRIANÇAS

Luisinho e eu estudamos juntos no Rio Branco ,sempre "aprontando" muito e tirando boas notas para espanto de certos professores .Um dia veio a noticia e o convite ,ele mudaria de escola e com isso a vida nos separou.Ainda me lembro do colar que ele usava e todas as lembranças sao fantasticas.Pelos depoimentos abaixo ele nao mudou nada ;alegria ,talento,bom humor continuaram iluminando todos que tiveram a sorte de seu convivio .Aos seus pais e familiares desejo muita força .

Marcelo

O LU

Ele era assim.
Sempre rindo com aqueles olhos lindos.
De repente aquele garoto surfista , o irmãozinho mais novo , se torna um jurista exemplar, um professor admirado, que ia além do imaginado ou sequer planejado. Mas ainda era o mesmo Lu. Carinhoso, timido e sedutor.
Muita força a todos que ficam, principalmene para minha querida Anita, que perde um filho tão querido.

Celina Kochen Sznelwar

Perda irreparavel

Meu querido "sobrinho" Luis. Essa foi uma semana terrivel, assustadora! Impossivel se conformar com algo tão absurdo!
Mas para nos consolar as lembranças vieram à tona. As suas passadas pelo Guaruja quando voce perguntava: tia, tem problema se eu vier tomar banho na sua casa? E voce vinha e comia conosco.
E nosso encontro em Frankfurt quando conhecemos um novo Luis, cheio de planos, aprendendo a tocar violino e frequentando uma casa judaica para manter as tradições. Foram 3 dias maravilhosos que agora voltaram ao nosso pensamento com força total.
Voce estará sempre na nossa memória e no nosso coração.
Muito amor e que Deus te abençoe e te proteja nesse novo aprendizado.
Beijos
"tia" Gi

Meus sentimentos

Conheci o Luis em Madrid na Casa do Brasil. Convivemos um ano letivo como estudantes,ele em Direito e eu em Economia. Anos depois o reencontrei na USP, fazendo alguns cursos como ouvinte na Filosofia. Lembro-me de algumas passagens divertidas. Com meu lado de humor, sacava algumas risadas e gargalhadas dele, sempre reservado mas demonstrando uma proximidade com a vida,com o lazer e com as ideias. Surpresa depois de tantos anos ver seu nome no jornal desta maneira lamentável. Contente em ver sua brilhante trajetória profissional e intelectual.Lembrei-me há pouco de uma frase sua em um dos cafés da manhã compartilhados na Casa do Brasil: "ser judeu requer um esforço tremendo, a busca pelo melhor,uma exigência interna muito grande". Parabéns Luis, você conseguiu. Pena não ter podido rencontrá-lo uma vez mais e compartilhar do tempo com reflexões, amadurecimento e evolução das ideias, sem hierarquia, parentesco,pela liberdade do pensamento, respeito e tolerância. Meus sentimentos. Fique em Paz Luis.

Luis Miguel Mas Santacreu

Luisinho, o craque

Tive a alegria de conviver com a querida família Schuartz desde os anos 70. Estudei com o Paulo no primário , frequentava a casa deles primeiro nos jardins, depois no morumbi e fomos muitas vezes juntos ao guarujá.
O Luisinho era um iluminado desde menino, um craque em tudo o que fazia. Fui monitor dele no acampamento de férias NR nos anos 80 e me lembro que ele passou o mês de braço quebrado fazendo todos os esportes, sendo capitão da basquete e mais, ganhou todos os campeonatos.
Lhe demos o troféu de melhor esportista naquela temporada e ele ficou muito feliz.
Esse era o Luiz, sempre humilde, alegre e sorrindo. Pelo que li dos seus colegas, alunos e professores, ele continuava o mesmo em tudo o que fazia. Um menino iluminado.
Que deus continue a iluminar a família Schuartz.
Marcelo Sanovicz

sabadão

Hoje foi um daqueles sabados que você precisa levantar para acordar, mas além da preguiça habitual, um sonho fez com que quisesse ficar mais tempo na cama, mas sonhos são assim, o rádio relógio sempre toca no momento que você está começando a curtir....Tinha encontrado você, estava entre amigos em algum lugar que não era minha casa, mas uma casa que estava querendo escolher como a minha e você chegou, com o mesmo sorisso que eu sempre vou lembrar, e no momento que iamos começar a conversar fui acordada....pra uma realidade que não era a que eu queria.

saudades, bjs
Pati

De um azul intenso

Tudo no Lu era intenso como o azul dos seus olhos. Não havia tempo para perder com amenidades ou mediocridades da vida.Viveu-a como se soubesse que o tempo aqui seria curto, mas deixou uma dor infinita no coração daqueles que o amaram.

meu primeiro e eterno amor, obrigada por ter tido a honra de tê-lo em minha vida

Ge

Falta e celebração

A falta que ele já faz.
A agenda de pesquisa de Economia e Direito, ou, como ele mesmo frisava, Direito e Economia, perde alguém central. O almoço ficou mais triste sem sua visão no Salsalito com as companhias habituais.
Mais importante que a falta, no entanto, é a celebração da vida de alguém cujo espírito público e generoso conquistou a admiração de tantos amigos e colegas e em tão curto tempo.
Sinceramente, Adriana Perez

Meus sentimentos

Com certeza, uma grande perda para a familia, para a escola, e para toda a FGV. Espero que sua memória se perpetue num espírito de integração e interdisciplinaridade entre todos nós.
Um abraço para todos, Alketa Peci (EBAPE/FGV)

Fiquei chocado e bastante

Fiquei chocado e bastante triste com a notícia. Essa é a notícia que os jornalistas não gostam de escrever. Schuartz sempre me atendeu de maneira técnica, serena e correta. Pude acompanhá-lo como advogado na área de concorrência e no Cade, onde relatou alguns dos casos mais importantes que já foram decididos pelo Conselho, como o caso Ripasa e o cálculo de multas em TCCs (caso Lafarge). Mas, sei que todos esses casos são pequenos perto da perda da pessoa, do Luís, que era um professor muito querido e gentil. Fica aqui um abraço para as pessoas mais próximas e a força para se recuperarem do passado tendo em Schuartz um exemplo para o futuro.
Juliano Basile

Que Deus o Ilumine Sempre,

Querido Schuartz,

Tão admirado e querido por todos, que a sua estrela brilhe por toda a eternidade e seu espírito perpetue pelo Universo.

Resta-me a eterna lembrança daquela troca de nossos olhares, onde você sabia o que eu queria expressar e vice versa, nos encontraremos um dia para nossa continuidade e evolução espiritual.

Que Deus te ilumine para todo e sempre.

Obrigado a todos

Três paixões nortearam a vida do Luis. O conhecimento, a justiça e a liberdade . Com a sua morte , tão súbita e inesperada, questionamos, por um momento, o sentido das três. Diante do inexplicável, do injusto, do inexorável, como aceitar a ausência de alguém tão querido, no auge de uma carreira brilhante, com tantos planos e ainda tanto por realizar?
Nesta hora difícil, poucas coisas confortam. Entre elas estão as demonstrações de amizade e solidariedade que temos recebido, todos os dias, de nossos amigos queridos e dos muitos e caros amigos que Luis foi juntando pela vida, alguns que só reencontramos ou viemos a conhecer na página que a Faculdade de Direito da FGV-Rio dedicou em sua homenagem. Nesse espaço virtual democrático que representa tão bem a personalidade do Luis, assinam surfistas, jogadores de futebol, amantes do rock, juristas, acadêmicos, e principalmente, colegas, alunos e funcionários desta faculdade . São depoimentos emocionantes que nos trazem um grande alento.
Amizade e solidariedade confortam sempre. Mas a certeza de que o Luis levou uma vida digna e plena, e deixou marcas profundas nas mentes e corações de pessoas tão diferentes conforta ainda mais. Os que estavam mais próximos sabem que ele vivia um momento esplêndido, fazendo o que gostava, colhendo frutos tão cuidadosamente semeados. Considerava a FGV sua casa, sua segunda família. A alegria e o orgulho que sentia em fazer parte desta Escola era inquestionável.
Espaço de idéias e mentes privilegiadas, a instituição deu a ele as condições e a liberdade para que pudesse realizar o que sempre desejou como acadêmico e pesquisador nas áreas que eram as de sua paixão. E ainda que parte desse trabalho tenha ficado inacabado, temos a convicção de que se perpetuará nos escritos dos colegas, orientandos e alunos desta Escola - retomando as palavras do prof. Joaquim Falcão, quando reafirmou o compromisso, da instituição, de manter vivas as idéias e ideais de nosso querido Luis.
Diante de sua presença tão viva nestas salas e corredores, sua ausência ganha outra dimensão, uma aura poética que faz lembrar Guimarães Rosa: “o Luis não morreu, ficou encantado.”

Agradecemos, na pessoa do Professor Joaquim Falcão, a todos aqueles que, de alguma forma e, em algum momento, fizeram parte da vida dele nesta casa e que estão hoje aqui presentes, dividindo conosco não só a tristeza mas, principalmente, as boas lembranças.
Nossa eterna gratidão,
Família Schuartz

Carta de agradecimento da família de Luis Schuartz, lida pela professora Ligia Fabris, na homenagem do dia 9 de dezembro na FGV

Muitas saudades.

Vivemos muito próximos do Dr.Luís Fernando na sua infância,jogamos futebol,surfamos e nos divertimos bastante.
Que perda,nós aquí da cidade do Guarujá eu Marcelo,meu pai que tanto se preocupava com ele quando vinha pra cá.
Ele vai deixar muitas saudades.
Valeu Luís!!!!!!!
Abraçao da família Sales.