Um protesto contra o aumento do preço de produtos derivados do leite fez com que mais de 100 mil israelenses se reunissem no Facebook para promover um boicote de um mês ao produto. O resultado? As três principais empresas israelenses de derivados de leite efetivamente reduziram os preços em 25%. O professor da FGV DIREITO RIO Carlos Ragazzo comentou o fato em seu blog e apontou que há uma expectativa de novos protestos e boicotes via redes sociais para pressionar a redução de preços em outros produtos e serviços, como eletricidade e gasolina.
"As redes sociais não só facilitam formas de expressão por parte dos consumidores (como, no caso, protestos e reclamações), mas também reduzem os custos de organização para movimentos do gênero (de combate a aumentos de preços via boicotes). E têm efetivamente o potencial de mudar a cultura de consumo, até hoje passiva, além de estimular as empresas a desenvolver novas formas de gerenciamento de crises na era digital" escreveu Ragazzo.
Será que, no futuro, estaremos combatendo cartéis via twitter e facebook?
Clique aqui e leia a coluna do professor na íntegra.
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