CTS Game Studies: Artigos

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Relatório do CTS Game Studies (baixe aqui a versão em pdf) sobre a GDC 2011 em São Francisco, EUA.  Uma das conferências de maior importância para a indústria dos jogos eletrônicos é a Game Developers Conference, que acontece anualmente no Moscone Convention Center. Na edição de 2011 o CTS Game Studies concentrou sua participação nos temas de jogos educativos e "serious games".

Artigo escrito pelo coordenador do projeto CTS Game Studies e presidente da IGDA Rio, Arthur Protasio, publicado no site especializado Gamasutra.com. Trata dos desafios econômicos e culturais para o desenvolvimento dos games e para seu reconhecimento como mídia fundamental na sociedade moderna.

Ao longo do ano de 2010, o Projeto CTS Game Studies do Centro de Tecnologia e Sociedade realizou, com apoio do Projeto Open Business Models Latin America do IDRC (International Development Research Centre), quatorze entrevistas com profissionais nacionais e internacionais do ramo dos jogos eletrônicos, visando identificar preocupações e percepções referentes ao estado atual do mercado brasileiro de jogos. Trata-se de uma sondagem inicial de questões para a orientação do desenho de pesquisas a serem futuramente desenvolvidas para uma melhor compreensão de potenciais obstáculos ou oportunidades para o mercado de jogos eletrônicos no Brasil. O relatório promove uma análise crítica sobre o cenário brasileiro dos jogos eletrônicos a partir de temas como o panorama atual, o estado da academia, dificuldades e gargalos pra desenvolvimento, a função social do jogo e está disponível para livre visualização e distribuição. Download da versão em pdf aqui.

Arthur Protasio escreveu artigo para O GLOBO falando sobre o processo gradual de adaptação dos jogos eletrônicos como mídia. No artigo, lembrou que outras mídias como cinema e literatura também já passaram por esse tipo de censura.

"Da mesma forma como os filmes são classificados pelo Ministério da Justiça, também são os jogos. Assim, uma vez classificado, o jogo deve estar disponível para o público adequado e decisões judiciais proibitivas, como a do Counter-Strike e do EverQuest, se tornam desnecessárias."

Artigo acadêmico escrito por Arthur Protasio, apresentado e publicado no VIII Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital na PUC-Rio em 2009. O artigo apresenta fundamentos para a compreensão dos jogos eletrônicos como obras culturais e artísticas. Dessa forma, devendo ser protegidos pela liberdade de expressão e classificados conforme faixa etária, logo evitando a proibição judicial como medida desnecessária. Download aqui da versão em pdf.

Artigo escrito por Ronaldo Lemos e Pedro Mizukami publicado na Folha de São Paulo em 2010. Discute-se como manter os jogos eletrônicos na periferia das artes "sérias" pode acabar gerando um tratamento irracional, que resvala em decisões judiciais equivocadas. Versão em pdf.

Artigo escrito por Arthur Protasio durante participação na Game Developers Conference em março de 2010 em São Franscisco, California, nos Estados Unidos. Feito para o projeto Open Business, o relatório analisa os novos modelos de negócios utilizados pela indústria de jogos eletrônicos que está liderando a inovação na produção de conteúdo audiovisual e novas narrativas. Modelos, como o denominado Freemium, são abordados e fica demonstrado que a própria indústria pode apontar saídas e alternativas para outras áreas que exploram criações intelectuais. Download aqui da versão em pdf.

Em 18 de novembro de 2010, o Ministério da Justiça abriu um debate público online para a discussão das portarias e critérios referentes ao sistema brasileiro de classificação indicativa, aplicado a diversões públicas, programas de rádio e televisão, jogos eletrônicos e de interpretação (RPGs). Por meio de seu projeto CTS Game Studies, o Centro de Tecnologia e Sociedade redigiu (download aqui do pdf) sua contribuição ao debate propondo:

  1. A retirada dos RPGs do regime de classificação indicativa obrigatória;
  2. Quanto aos jogos eletrônicos, a criação de mecanismos para a conversão automática, ao sistema brasileiro, de classificações feitas por outras entidades e governos, com o objetivo de evitar a criação de barreiras injustificadas à distribuição e consumo de jogos eletrônicos no Brasil.

No dia 07 de abril de 2011 o atirador Wellington Menezes de Oliveira abriu fogo e matou 12 crianças e adolescentes na Escola Municipal Tasso da Silveira. Diante do cenário, a imprensa, como um todo, passou a buscar respostas para a tragédia e no processo apontou alguns elementos isolados, dentre eles os jogos eletrônicos, como a causa do episódio. Em resposta às afirmações equivocadas que identificam o jogo eletrônico como culpado, o CTS Game Studies redigiu uma carta aberta para esclarecer publicamente essas questões relativas à mídia dos jogos que não condizem com as declarações da imprensa.

Artigo escrito por James Portnow em parceria com o CTS Game Studies publicado no site Gamasutra. O artigo analisa a indústria brasileira de jogos eletrônicos e quais suas perspectivas. Publicado em janeiro de 2010.

Artigo escrito em duas partes (download) por James Portnow em parceria com o CTS Game Studies publicado no site GameCulture. O artigo analisa a cultura dos jogos eletrônicos no Brasil. Publicado em fevereiro de 2010.


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