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30/05/2014

Alunos de clínica do NPJ visitam presídio feminino

Um grupo de alunos da FGV DIREITO RIO visitou a Penitenciária Talavera Bruce, no dia 29 de maio.

Um grupo de alunos da FGV DIREITO RIO visitou a Penitenciária Talavera Bruce, no dia 29 de maio. Os estudantes que conheceram o presídio feminino do Complexo do Gericinó integram a Clínica de Direitos Humanos do Laboratório de Assessoria Jurídica em Direitos Fundamentais (LADIF) do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ).

A visita teve como objetivo oferecer aos alunos matriculados na Clínica uma vivência prática sobre o funcionamento de uma unidade prisional. Para o aluno do 10º período, Fernando Luis de Sá Barquinha Luz, a experiência foi enriquecedora para sua formação.

“Muito me impressionou as boas instalações da penitenciária Talavera Bruce. Como futuro operador do Direito é fundamental o conhecimento das instituições do nosso Estado Democrático de Direito. Em razão do Estado do Rio de Janeiro contar com 36.000 presos e ter a terceira maior população carcerária do país, é necessário atentar quanto ao sistema prisional. Diante disso, a visita permitiu o contato com o sistema e o que se considera modelo no Estado do Rio de Janeiro”, disse.

A atividade foi acompanhada pela supervisora da Clínica de Direitos Humanos do LADIF, Celina Beatriz. Segundo ela, a proposta da visita era justamente tirar os alunos de sala de aula e colocá-los em contato direito com a realidade.

“Buscamos mostrar aos alunos as especificidades de unidades de presas femininas que requer uma atenção especial quanto às questões de higiene pessoal e da maternidade, pois algumas detentas estão grávidas”, explicou.

Essa foi a segunda vez que alunos visitaram uma unidade prisional. Em 2013, os participantes da Clínica de Direitos Humanos visitaram o presídio Industrial Esmeraldino Bandeira, unidade masculina também localizada no Complexo do Gericinó.

Para o coordenador do NPJ, professor André Mendes, a visita ao complexo prisional é uma forma de mostrar, na prática, o contexto social no qual o profissional do Direito está inserido.

“É uma experiência enriquecedora para o processo formativo dos alunos. É preciso criar condições para que o aluno conheça a realidade na qual está inserido”, concluiu.

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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