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16/03/2020

Anatel promove novo modelo de acesso à Internet utilizando livro de Professor da FGV Direito Rio

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) reconheceu oficialmente as Redes Comunitárias como uma opção de acesso à Internet no Brasil e, ao fazê-lo,

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) reconheceu oficialmente as Redes Comunitárias como uma opção de acesso à Internet no Brasil e, ao fazê-lo, menciona e disponibiliza um link que direciona os leitores ao estudo “The Community Network Manual: How to Build the Internet Yourself ”, organizado pelo Professor Luca Belli, da FGV Direito Rio. Isto faz com que, até o momento, o Brasil seja um dos primeiros países e o maior país do mundo a reconhecer abertamente o valor das redes comunitárias como uma opção valiosa para favorecer a inclusão digital. 

“As redes comunitárias representam uma alternativa sustentável e inclusiva aos modelos tradicionais de acesso à internet que claramente tem limites, se consideramos que mais de três bilhões de pessoas ao redor do mundo ainda não possuem qualquer tipo de acesso à infraestrutura de comunicação”, destaca Luca Belli. O livro Community Network Manual oferece indicações concretas para construir novas infraestruturas digitais graças às redes comunitárias, de maneira escalável e em conformidade com a lei. “Este modelo inovador é particularmente relevante porque permite resolver o problema da distribuição desigual da conectividade e, simultaneamente, promover a liberdade de expressão, o empreendedorismo e o acesso ao conhecimento, favorecendo a autodeterminação.”

O Manual foi publicado pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com a União Internacional das Telecomunicações da ONU e a Internet Society e é um produto do grupo de trabalho sobre conectividade comunitária, coordenado pelo Professor Luca Belli no âmbito do Fórum de Governança da Internet (IGF) da ONU.

 

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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