Conheça o Field Project “Agenda Nacional Anticorrupção: Técnica e Advocacy no desenvolvimento de novos Projetos de Lei”

quarta-feira
03/04/2019

Conheça o Field Project “Agenda Nacional Anticorrupção: Técnica e Advocacy no desenvolvimento de novos Projetos de Lei”

Conheça o Field Project “Agenda Nacional Anticorrupção: Técnica e Advocacy no desenvolvimento de novos Projetos de Lei”

Este ano, a FGV Direito Rio implementou Field Projects em sua grade, que se caracteriza por experiências práticas reais (não simuladas) e diversificadas. O principal objetivo desse componente curricular é colocar em prática conceitos e teorias aprendidos em sala de aula que alcancem, impactem e/ou tenham interface com a comunidade externa à Escola, além de estimular a inovação científica e tecnológica nas diversas áreas do Direito e desenvolver habilidades profissionais interdisciplinares para carreiras variadas.

Neste semestre, 29 projetos foram ofertados. Michael Mohallem, coordenador do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio, é responsável pelo Field Project “Agenda Nacional Anticorrupção: Técnica e Advocacy no desenvolvimento de novos Projetos de Lei”. Ao longo do período, cada um dos participantes criará um Anteprojeto de Lei, pautando-se pelas diversas formas de enfrentamento da corrupção.

“Nos encontros preparatórios e no tempo de estudo, as alunas e alunos aprendem técnicas de identificação dos perfis de parlamentares de acordo com as agendas de atuação, como identificar a casa legislativa competente para iniciar a proposta elaborada, elementos para redação de Projeto de Lei e técnicas de lobby e advocacy, pois são eles que irão convencer os parlamentares a apresentar os projetos”, explica Michael Mohallem. O coordenador acompanhará o processo de elaboração dos Anteprojetos de Lei e, ao final, orientará sobre como estabelecer a interlocução com o parlamentar escolhido.

Para Michael Mohallem, o FP é importante, pois contribui para o desenvolvimento de habilidades profissionais diferenciadas, inclusive para quem irá trabalhar em escritório. Além disso, coloca a aluna e o aluno em contato com uma profissão pouco visada e muito estigmatizada: a de lobista, “uma carreira que poucos estudantes têm no radar”, ressalta o coordenador.