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08/07/2016

Direito Rio e Transparência Internacional firmam parceria para criação de Centro de Conhecimento Anticorrupção

Uma parte fundamental da estratégia da Transparência Internacional (TI) em sua chegada ao Brasil é a criação de um Centro de Conhecimento Anticorrupção no país.

Uma parte fundamental da estratégia da Transparência Internacional (TI) em sua chegada ao Brasil é a criação de um Centro de Conhecimento Anticorrupção no país. A Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (Direito Rio) é a primeira parceira desta iniciativa no Brasil, colaborando desde a etapa de concepção do projeto. O acordo de cooperação foi ratificado durante evento realizado no dia 30 de junho, na sede da FGV, no Rio de Janeiro.

A proposta desse hub de conhecimento da TI terá um enfoque sobre o chamado “Sul Global”, expandindo seu engajamento com outras comunidades e auxiliando na compreensão das questões específicas da corrupção no mundo em desenvolvimento. A proposta é que esse Centro sirva como um importante vetor para a produção, sistematização e partilha de conhecimentos anticorrupção entre os países do Sul Global.

O evento de lançamento contou com a participação do presidente da Transparência Internacional, José Ugaz, do diretor da Direito Rio, Joaquim Falcão, do coordenador do Centro de Justiça e Sociedade (CJUS), Michael Mohallem, o coordenador de Relações Internacionais, Eduardo Jordão, o coordenador da gradução Thiago Bottino e do coordenador do Centro de Pesquisas em Direito e Economia (CPDE) e do Centro de Direito e Meio Ambiente (CDMA) Antônio Maristrello Porto. Além deles, Alejandro Salas, Bruno Brandão (Diretor Regional e representante no Brasil da TI, respectivamente), Fernando Filgueiras (UFMG), Rosilene Matos Domingues (FINEP), Fabiano Angélico (Transparency International), Carlos Sobral (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) e Artur Gueiros (Ministério Público Federal) estiveram presentes na cerimônia. 

A TI atua há 20 anos contra a corrupção e está presente em mais de 100 países. Ao longo desses anos acumulou um vasto estoque de conhecimento sobre a corrupção e as suas soluções. Por meio de pesquisas e vivência prática, a organização desenvolveu um amplo portfólio de publicações, bases de dados, índices, metodologias, métodos de treinamento e até mesmo um serviço de assistência para ativistas e profissionais. Este conhecimento combinado com a sua extensa rede de especialistas levou a TI a ser reconhecida como um dos principais think tanks na área de transparência.

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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