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15/02/2011

"O Creative Commons permite trazer para a legalidade práticas cotidianas na internet."

Em carta aberta publicada pelo Jornal O GLOBO, Ronaldo Lemos retifica a afirmação de que

Em carta aberta publicada pelo Jornal O GLOBO, Ronaldo Lemos retifica a afirmação de que o Creative Commons se opõe aos direitos autorais e à justa remuneração dos autores, e confirma que o mesmo é um conjunto de licenças integralmente baseadas no direito autoral.

Na carta, o Professor da FGV DIREITO RIO, que é diretor do projeto no Brasil desde 2003, ainda afirma que o Creative Commons é um dos caminhos que "demonstram que o direito autoral pode ser aplicado em harmonia com as práticas da internet" e que "sua aplicação vai muito além da música". 

Sobre a sustentabilidade do Creative Commons, Lemos argumenta que a ONG recebe doações de "milhares de indivíduos e instituições do mundo inteiro" e que "todas elas estão disponíveis na internet pelo endereço http://bit.ly/hrYBNP". "Muitos músicos do Brasil gostariam que o mesmo tipo de transparência fosse adotado pelo ECAD", afirma o professor.

Leia o artigo na íntegra abaixo:

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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