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01/06/2017

Pesquisa sobre Internet das Coisas ganha apoio de maior think tank europeu na área de tecnologia

O professor da Escola de Direito do Rio de Janeiro da FGV (Direito Rio), Eduardo Magrani, foi escolhido recentemente como um dos quatro pesquisadores do mundo a integrar o Instituto de Tecnologia e Sociedade da Universidade Alexander Von Humboldt

O professor da Escola de Direito do Rio de Janeiro da FGV (Direito Rio), Eduardo Magrani, foi escolhido recentemente como um dos quatro pesquisadores do mundo a integrar o Instituto de Tecnologia e Sociedade da Universidade Alexander Von Humboldt (Alemanha), para trabalhar diretamente com o time de Inteligência Artificial e Internet das Coisas, na qualidade de Senior Fellow.

A Humboldt é o maior e mais relevante think tank da Europa a pesquisar estes temas tecnológicos de ponta. Magrani atuará como sênior fellow por três meses, com o intuito de concluir as pesquisas sobre Internet das Coisas, analisando os impactos sobre o ponto de vista da ética e da privacidade.

O assunto ainda é pouco debatido no Brasil, apesar do rápido desenvolvimento de tecnologias que tornam a IoT uma realidade já nos dias de hoje, com inúmeros dispositivos interconectados, o que torna urgente o debate sobre privacidade, proteção de dados e à segurança.

Apesar disso, a participação da sociedade – e até da literatura especializada em tecnologia – no desenvolvimento do debate sobre o tema tem sido escassa. Desde o final de 2016, está em andamento o Plano Nacional de Internet das Coisas fruto de parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC) e o BNDES, mas ainda com baixa adesão popular.

Pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Direito Rio, Eduardo Magrani, participou recentemente do Bate-papo FGV, que discutiu sobre o impacto da IoT e dos perigos à privacidade e segurança. Confira no vídeo abaixo:

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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