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24/11/2014

Professor debate lei anticorrupção do Brasil em Nova York

O professor Carlos Ragazzo participou, no dia 17 de novembro, do Seminário Brazilian Anti-Corruption Law, realizado pela Brazilian-American Chamber of Commerce em Nova York.

O professor Carlos Ragazzo participou, no dia 17 de novembro, do Seminário Brazilian Anti-Corruption Law, realizado pela Brazilian-American Chamber of Commerce em Nova York. O evento foi dedicado à nova Lei Anticorrupção no Brasil, em particular às dificuldades práticas na sua implementação. Escritórios de advocacia brasileiros e estrangeiros participaram do evento, organizado pelo Devevoise & Plimpton.

No seminário, Ragazzo apresentou os prós e contras da cooperação de indivíduos e empresas tendo em vista a lei anticorrupção. Ele fez uma análise dos incentivos e riscos que indivíduos e empresas teriam para revelar esquemas de corrupção à Controladoria Geral da União (CGU) em função do programa de leniência que a lei estabelece.

O professor destacou ainda a interação dos órgãos brasileiros anticorrupção com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Segundo Ragazzo, ex-Superintendente-Geral do órgão, em algumas oportunidades, cartéis podem estar acompanhados de esquemas de corrupção, sobretudo em licitações públicas.

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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