De acordo com o Professor Carlos Affonso, citado na matéria do Jornal O GLOBO, "As redes sociais desempenharam papel importantíssimo nos eventos que ocorreram no Egito".
O artigo publicado por O GLOBO na última sexta-feira (11/02) destaca o papel das mídias sociais, em especial o Twitter e o Facebook, na deflagração do movimento que pôs abaixo uma ditadura de trinta anos.
O artigo destaca opiniões de especialistas como o Professor Carlos Affonso, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV DIREITO RIO. Segundo o Professor, "sozinha, uma rede social não faz uma revolução, mas sua ausência foi o principal instrumento para revelar ao mundo a falta de democracia no Egito. Numa revolução de jovens conectados, a proibição da internet é uma ofensa, a privação de uma coisa essencial em suas vidas."