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05/06/2014

Supremo em Números: XLDB Workshop debate gestão e análise de bancos de dados gigantes

Um grande evento para debater base de dados extremamente grandes. Essa foi a proposta do Extremely Large Databases (XLDB) Workshop, realizado nos dias 3 e 4 de junho no Observatório Nacional, do Rio de Janeiro.

Um grande evento para debater base de dados extremamente grandes. Essa foi a proposta do Extremely Large Databases (XLDB) Workshop, realizado nos dias 3 e 4 de junho no Observatório Nacional, do Rio de Janeiro. Por conta do projeto Supremo em Números, a FGV DIREITO RIO foi uma das instituições convidadas para debater a gestão e análise de conjuntos de dados em escala extrema, além de facilitar o desenvolvimento e crescimento de tecnologias adequadas.

A FGV DIREITO RIO foi representada pelo pesquisador do projeto Supremo em Números, Daniel Chada. Ele apresentou o histórico do projeto, iniciado em 2010, que avalia de maneira quantitativa as decisões do Supremo Tribunal Federal. Ele também apontou os próximos passos do projeto, o chamado Supremo 2.0.

“A ideia é criar uma plataforma de visualização quantitativa de dados jurídicos, algo inovador, que vai permitir a visualização de dados da massa de processos do STF de uma maneira rápida e intuitiva, sem necessidade de ter conhecimento de programação”, explicou Daniel.

O XLDB é composto por uma comunidade multidisciplinar que se reúne desde 2007 na Universidade de Stanford, na California (EUA). Eventos como o realizado no Rio de Janeiro são organizados em diferentes locais do mundo para envolver a comunidade global nos debates sobre os desafios de gerir grandes bases de dados. A multidisciplinaridade deve-se a presença de profissionais do Google, Yahoo, Fiocruz, Instituto Nacional de Meteorologia, Observatório Nacional, Petrobras, Observatório Europeu do Sul, Instituto Militar de Engenharia, entre outros.

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19 / 2018.

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